rei nada um weblog editado por Marcos Ludwig

Parasita de gato altera personalidade humana

22 de setembro de 2003, 9:55 pm | postado por Marcos Ludwig

Terra: Parasita de gato altera personalidade humana


Pesquisas recentes afirmam que o gato doméstico pode ser muito mais do que um animal de estimação. Estudos realizados na Grã-Bretanha, EUA e República Checa afirmam que um parasita dos felinos pode alterar a personalidade dos seres humanos, chegando inclusive a causar doenças mentais.

Conforme o site da BBC, quando o Toxoplasma gondii, um protozoário que existe em quase toda a população de felinos, atinge o homem este tende a tornar-se mais agressivo, anti-social e menos atraente. As mulheres, por outro lado, se tornam mais desejáveis e divertidas, mas menos confiáveis e possivelmente mais promíscuas. [uau!]


O estudo, patrocinado pelo Stanley Research Medical Institute of Maryland, um importante centro de estudos de doenças mentais, mostra que quase metade das pessoas na Grã-Bretanha carrega o parasita em seus cérebros, o que pode fazer com que elas passem por lentas, mas cruciais mudanças de comportamento. O instituto já publicou uma pesquisa mostrando que as pessoas infectadas com o protozoário têm mais risco de desenvolver esquizofrenia e maníaco-depressão.

gato

impressionante, hein?

A Ética estóica

11 de setembro de 2003, 9:54 pm | postado por Marcos Ludwig

(…)

“1.4.2.6 A Ética estóica


A virtude é o supremo bem dessa ética idealista. E viver virtuosamente é viver de acordo com a natureza. Não a natureza biológica, mas a natureza concebida pela razão.

O homem é provido de razão, mas também existe a patologia humana. Esta exterioriza por inclinações e afetos, dos quais é necessário libertar-se. Libertar-se das afeições é um dos ideais estóicos. Através de vínculos afetivos, o homem escraviza-se. Deve desligar-se das coisas do mundo exterior, apagando-as até atingir a apatia.

O prazer deve ser evitado, pois pertence às afeições. É um adereço falso, como dizia Cleantes. A virtude é autárquica. Em que consiste a autarquia da virtude? A virtude é auto-suficiente. Basta-se a si mesma. O verdadeiro sábio nela encontra defesa para as angústias do mundo exterior e dela extrai sua força.

A virtude é única - nisso fundam-se em Sócrates -, e entre a virtude, bem único, e o vício, único mal, não há meio-termo. Tudo o mais vem a ser eticamente indiferente - adiaforas. Este rigorismo foi temperado pelos discípulos de Zenão, ao distinguir entre bens desejáveis e bens condenáveis. Mas ostenta valor enquanto estimula a prática da virtude. O censurável, ou condenável, não se confunde com o mal, mas representa empecilho ao exercício da atividade virtuosa.”

(…)


(NALINI, José Renato. Ética geral e profissional.)