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Quinta-feira, 13 de Novembro de 2008
Trailer oficial de Watchmen, o filme (HD)



[ clique aqui se não ver o vídeo acima, ou se quiser ver maior ]

“A novela gráfica mais celebrada de todos os tempos.” Watchmen estréia no Brasil dia 9 de março de 2009. Para maiores informações, acompanhe o especial do Omelete sobre o filme.

[ postado às 00:11:45 ] - [ comente isto ]

Domingo, 9 de Novembro de 2008
O essencial Ludwig von Mises

Ludwig von MisesDurante um de seus seminários, um estudante perguntou ao Professor Mises, “Por que não são todos os empresários que são a favor do capitalismo?”. “Essa pergunta”, Mises respondeu, “é inerentemente marxista.” A resposta de Mises chocou-me à época. Demorou algum tempo para que eu pudesse entender o que ele quis dizer. O autor da pergunta presumiu, assim como Karl Marx, que empresários eram um grupo que tinha um interesse especial - ou um interesse de “classe” - no capitalismo, interesse esse que outras pessoas não tinham.

“O capitalismo”, prosseguiu Mises, “beneficia a todos: não apenas os consumidores, mas as massas em geral. Ele não beneficia apenas os homens de negócios. Na realidade, no sistema capitalista alguns homens de negócios sofrem prejuízos. A posição de um empresário no mercado nunca está garantida; a porta sempre está aberta para concorrentes que podem desafiar sua posição e, assim, privá-lo de lucros. No entanto, é exatamente essa concorrência sob o capitalismo que garante aos consumidores que os empresários farão seu melhor para fornecer a eles, os consumidores, os bens e serviços que querem.”

Em vários de seus artigos, Mises sempre deixou claro, repetidas vezes, que não é um apologista de empresas e empresários. Ele está interessado é em determinar o sistema econômico que mais aprimora o bem-estar dos indivíduos e as condições de vida das massas. E esse sistema econômico é a liberdade econômica sob o capitalismo. Somente em um ambiente de liberdade econômica, dizia Mises, mais bens e serviços serão produzidos. Somente sob o capitalismo é que os salários sobem e o padrão de vida das massas melhora progressivamente. A razão? Os consumidores são soberanos no livre mercado capitalista. Eles estão em posição de deixar os empresários saberem o que eles querem com mais urgência, recompensando com lucros aqueles que satisfazem seus desejos e impondo prejuízos - isto é, retirando riqueza - àqueles que fracassam. É esse sistema de recompensas e penalidades que guia a produção e que garante que mais dos bens e serviços que os consumidores querem serão produzidos, elevando assim os salários dos trabalhadores e o padrão de vida de todos.

O mercado é a conseqüência da cooperação social pacífica e da liberdade econômica. E é o mercado que torna possível a liberdade, a justiça, a moralidade, a inovação e a harmonia social. Como escreveu Mises:

“Um homem só tem liberdade enquanto puder moldar sua vida de acordo com seus planos”, e
“A moralidade só faz sentido quando dirigida para indivíduos que são agentes livres.”

Bettina Bien Greaves

Continue a ler Os fundamentos econômicos da liberdade, de Ludwig von Mises. [OBRIGATÓRIO! ;) ].

[ postado às 23:11:00 ] - [ comente isto ]

Fatos sobre o ateísmo que a revista Superinteressante ignora (parte 5)

[ originalmente postado no blog Darwinismo ]

Ateus Mais Propensos à Superstição Que Cristãos

Logan Gage escreveu um artigo intitulado “Which Secular Superstition do you Believe?” (”Qual das Superstições Seculares Tu Acreditas”). Nesse artigo Gage questiona:

…[Quem] é mais propenso a acreditar em superstições imaginativas nos dias correntes, o religioso ou o secular?

A resposta, segundo Gage, é desambigua:

(…) Rodney Stark, um respeitado estudioso da “Institute for Studies of Religion” (Universidade de Baylor), publicou um estudo com o nome de “What Americans Really Believe.”
A equipa de Stark comissionou a Organização Gallup para esta questionar os americanos em assuntos relacionados com religião (…) A Gallup fez perguntas relativas a crenças como o “Big Foot” e o “Monstro do Loch Ness”, Atlantis, casas assombradas e astrologia. Os pesquisadores de Baylor trabalharam os resultados em união, produzindo um index em relação à crença no paranormal.
Mollie Ziegler Hemingway reportou os resultados no The Wall Street Journal:
“Enquanto que 31% das pessoas que nunca vão a casas de oração demonstraram crença nestas coisas [”Big Foot”, “Monstro do Loch Ness”, Atlantis, casas assombradas e astrologia, etc] apenas 8% das pessoas que frequentam casas de oração mais do que uma vez por semana acreditam nessas coisas (…) De facto, quanto mais tradicional e evangélico fosse o inquirido menos susceptível ele era de acreditar, por exemplo, na possibilidade de comunicar com os mortos.”.

A visão judaico-cristã do universo como sendo uma emanação de Uma Mente Racional é o fundamento da ciência moderna. A ideologia ateísta, que nega propósito racional ou design na natureza, não produz nada para o avanço da ciência.

Gage nota ainda:

Presentemente, muitos historiadores não-religiosos comprendem que, longe de perpetuar superstições antigas, a tradição judaico-cristã constituiu uma quebra com o pensamento pagão. Esta tradição postulou Uma Única Mente Racional[Deus] por trás do universo, em vez de atribuir a origem do universo a uma miríade de espíritos irracionais . Esta mudança foi crucial para o surgimento da ciência actual.
Não é por acaso que a ciência experimental surgiu no Ocidente, onde a ideia da inteligibilidade da natureza ganhou raízes, uma vez que faz sentido procurarem-se leis ordenadas na natureza se o Universo é o resultado de Um Criador Racional…
Embora as conclusões dos pesquisadores de Baylor possam paracer contraintuitivas, talvez elas não devessem ser. A partir do momento em que perdermos a fé na inteligibilidade racional do universo, o que é que nos dissuade de acreditar nas últimas “descobertas” da OVNI-logia?

Não deixa de ser irónico que, apesar das pretenções de “cepticismo”, os ateus são mais propensos que os crentes tradicionais a acreditar em proposições pseudo-científicas do tipo OVNI, Bigfoot, o “Monstro” de Loch Ness, espiritismo, Atlantis e astrologia. Quatro vezes mais propensos, para ser mais exacto (31% vs. 8%).

Isto não deveria ser surpresa. Quase todos os ateus acreditam que o código genético e a nanotecnologia presente nas células surgiram como resultado de variações aleatórias e selecção natural.

Quando comparada com a crença de que a vida surgiu por acaso e por tautologia, a crença no “Bigfoot” e na astrologia assumem-se como altamente plausíveis.

Gage conclui da seguinte forma:

A questão existencial com a qual a ciência se depara hoje é se ela pode sobreviver um clima intelectual dominado pela superstição materialista.

[ postado às 16:11:50 ] - [ comente isto ]

Sábado, 8 de Novembro de 2008
Rei Nada @ Twitter

Finalmente encontrando uma função útil à ferramenta, inaugurei recentemente um Twitter! Tenho postado muita coisa por lá. Vou colar aqui o que escrevi nas primeiras mensagens:

Prioridade #1 deste meu twitter: “clipping” de artigos que ando recomendando a amigos.
Prioridade #2 deste meu twitter: extravasar egolatrias que não tem mais espaço no blog Rei Nada.

É isso aí. Digamos que 90% do que postarei lá serão os links do que ando lendo (e talvez ouvindo ou visualizando), para disseminar conteúdos que considero relevantes às pessoas interessadas. O resto são exibições pessoais sobre cinema, música, artes em geral e comentários rápidos que não mereceriam todo um postal no Rei Nada.

O Twitter pode ser acompanhado de duas formas. Uma é sendo associado à ele (você teria um Twitter, também, não necessariamente sendo utilizado), e adicionando o Rei Nada como se fosse uma espécie de “Orkut de micro-blogs”. Neste caso o acompanhamento ocorre com o acesso à sua home page. Outra forma é acessando diretamente o endereço, como se fosse um blog como outro qualquer.

Quem se interessa pelos mesmos assuntos que eu e quiser também me indicar artigos, faço o convite para construir um Twitter e me adicionar. Essa ferramenta me parece sensacional para esse tipo de troca.

Twitter Rei Nada: http://twitter.com/reinada

[ postado às 15:11:24 ] - [ comente isto ]


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