Com o lançamento do último álbum do Metallica, Death Magnetic, e já com a audição deste devidamente digerida, chega o momento em que devo colocar ele no seu devido lugar.
Não há dúvida alguma. Death Magnetic é um ótimo álbum de metal. Um retorno aos velhos tempos do Metallica, e somente uma mente arrogante para não reconhecer isso mesmo sem gostar.
Segue o meu ranking, em ordem do menos melhor ao melhor. Os critérios de escolha são puramente arbitrários, e somente foram considerados os nove álbuns de estúdio com músicas inéditas.
9. St. Anger (2003)
8. Reload (1997)
7. Load (1996)
6. Death Magnetic (2008)
Apesar do sexto lugar, eu considerei Death Magnetic um álbum muito superior aos que ele deixou para trás na minha lista, e bastante comparável aos quatro primeiros trabalhos do Metallica. Para um disco tão recente, acho bastante justo colocá-lo atrás dos clássicos criados na era pré-”black album”.
5. Ride the Lightning (1984)
4. Metallica (”the black album”, 1991)
Agora vem a parte mais polêmica pra mim. Como dar uma ordem justa para estes três grandes álbuns que seguem? Foi difícil, e nada garanto que este pódio mude logo depois de hoje.
Uma pesquisa que apareceu recentemente no Journal of Health Economics, concluiu que as jovens que são sexualmente ativas muitas vezes experimentam sentimentos de culpa, baixa auto-estima, arrependimento e vergonha, e têm muito mais probabilidades de sofrer de depressão do que aquelas que permanecem castas.
O estudo, realizado por Joseph J. Sabia e Daniel I. Rees, de 14 mil adolescentes com idade entre 14 e 17, utilizou dados da pesquisa do governo americano National Longitudinal Survey of Adolescent Health.
Constatou-se que as meninas adolescentes sexualmente ativas têm mais do dobro da taxa de depressão daquelas que não são sexualmente ativas - 19% em comparação com 9,2%.
A conclusão que este estudo chegou foi de que “as adolescentes sexualmente ativas têm um risco aumentado de exibir sintomas de depressão em relação às suas contrapartes que não são sexualmente ativas.”
Dr. Trevor Stammers, um conferencista sobre ética sexual e presidente da Christian Medical Fellowship no Reino Unido, disse que o novo estudo confirma que a maioria das meninas “retrospectivamente mostrou arrependimento sobre as relações sexuais precoces.”
“Também nos mostra bem de perto o quanto estamos habilitados a demonstrar que existe um vínculo genuíno entre aumento do risco de depressão e adolescentes do sexo feminino envolvidas em relações sexuais,” disse o Dr. Stammers ao British Daily Mail. “Minha experiência é que, para as meninas, depressão, arrependimento e vergonha são muito comuns.”
[ Por Thaddeus M. Baklinski; Fonte: LifeSiteNews.com; Tradução: Marcos Ludwig ]
Comentário: É óbvio que haverão esquerdistas e liberais que irão objetar à pesquisa acreditando que isto seja um efeito da “pressão” de uma “sociedade ultraconservadora” e “retrógrada”. Nada poderia ser mais falso. Primeiro porque essa “sociedade” em que vivemos deixou de ser há muito tempo conservadora com relação ao sexo. Segundo, porque vergonha, culpa e arrependimento são sentimentos morais inatos, e não são criados por cultura. Daí que se conclui o seguinte: quanto mais libera-se (como forma de supostamente “combater” tal efeito), mais é que se conduz as adolescentes à depressão, baixa auto-estima, e outros sentimentos piores que levam à auto-destruição.
“Se você diz que dois e dois são quatro, então você só pode ser um ‘radical’ ou ‘fascista’”
“No Brasil, ninguém tem a obrigação de ser normal. Se fosse só isso, estaria bem. Esse é o Brasil tolerante, bonachão, que prefere o desleixo moral ao risco da severidade injusta. Mas há no fundo dele um Brasil temível, o Brasil do caos obrigatório, que rejeita a ordem, a clareza e a verdade como se fossem pecados capitais. O Brasil onde ser normal não é só desnecessário: é proibido. O Brasil onde você pode dizer que dois mais dois são cinco, sete ou nove e meio, mas, se diz que são quatro, sente nos olhares em torno o fogo do rancor ou o gelo do desprezo. Sobretudo se insiste que pode provar”. (Andrei Pleshu, filósofo romeno)
“O homem faz a religião, a religião não faz o homem… A religião é o suspiro da criatura atormentada, o sentimento de um mundo sem coração, como o é o espírito de estados fora do tempo. Ela é o ópio do povo.” (Karl Marx, em “Manifesto Comunista”)
“É preciso combater a religião, eis o ABC do comunismo.” (Vladimir Lenin, marxista revolucionário russo)
“Detrás de cada imagem de Cristo só se vê o gesto brutal do capital.” (Vladimir Lenin)
“Deus é uma mentira.” (Vladimir Lenin)
“O homem que se ocupa em louvar a Deus se suja na sua própria saliva.” (Vladimir Lenin)
“Deus é o inimigo pessoal da sociedade comunista.” (Vladimir Lenin, carta a Gorki)
“Nós odiamos o cristianismo e os cristãos.” (Anatoly Lunatcharsky, marxista revolucionário russo)
“Nosso programa inclui necessariamente a propaganda do ateísmo” (Vladimir Lenin)
“Um marxista deve ser um materialista, ou seja, um inimigo da religião, mas numa dialética materialista, ou seja, uma que trata da luta contra a religião não de uma forma abstrata, […] mas de uma forma concreta, com base na luta de classes que se está a se passar na prática e na educação das massas de uma forma melhor e maior do que qualquer outra coisa poderia fazer.” (Vladimir Lenin)
“No momento oportuno nós nos atracaremos com o senhor Deus. E o aniquilaremos, lá nos seus altos céus.” (Grigory Zinoviev, revolucionário comunista soviético)
Richard Wurmbrand, cristão torturado em prisões comunistas por razão de sua fé, afirma:
“A crueldade do ateísmo é difícil de aceitar para quem não crê na recompensa do bem ou na punição do mal. Não há razão para sermos humanos. Não há impedimento para a profundidade do mal no ser humano. Os torturadores comunistas diziam muitas vezes: ‘Deus não existe, não existe além, não existe punição para o mal. Podemos fazer o que quisermos’. Ouvi um torturador chegar a dizer: ‘Agradeço a Deus, em quem não creio, por poder viver até essa hora em que posso expressar todo o mal que há em meu coração’ Ele expressava isso com brutalidade e tortura inacreditáveis infligidas aos prisioneiros.”
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“A União Soviética foi o primeiro estado a ter como objetivo ideológico a eliminação da religião. Para alcançar esse fim, o regime comunista confiscou propriedades da Igreja, ridicularizou a religião, prendeu fiéis, e propagandeou o ateísmo nas escolas… O principal alvo da campanha anti-religiosa nos anos 1920 e 1930 era a Igreja Ortodoxa Russa, que tinha o maior número de fiéis. Quase todo o seu clero, e muitos de seus fiéis, foram enviados para campos de concentração… Por volta de 1939, cerca de 500 das 50 mil igrejas permaneciam abertas” (Anti-Religious Campaigns).
“Por quase 70 anos o Partido Comunista tentou erradicar o cristianismo da Rússia. Lavagem cerebral, propaganda, infiltração na Igreja, prisões, torturas, campos de concentração e execuções falharam em destruir a fé do povo em Deus… Durante os anos 1980, 224 milhões de cristãos viviam sob severa perseguição estatal, com outros 70 milhões vivendo em igrejas ‘undeground’” (Communist Liberation: Myth & Reality) [ fonte ].
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“De acordo com nossas investigações com a House Church Christians, até agora existem 23,686 pessoas que foram presas por atividades religiosas, 4,014 pessoas sentenciadas a reeducação, 129 pessoas mortas, 208 mutiladas, 997 sob vigilância….”
“Foi coletada evidência sobre 100 métodos de torturas aplicados sobre praticantes da Falun Gong nos campos de trabalho forçado da China, nos centros de detenção, nos hospitais de saúde mental. O objetivo é erradicar a Falun Gong coagindo seus praticantes a abandonarem sua fé ou fisicamente eliminando-os caso se recusem…” [ fonte ]
“Os cambojanos foram assassinados sob o regime do Khmer Vermelho de Pol Pot. As vítimas incluem 10 mil dos 12 mil cristãs, que morreram nos “campos de morte” de Pol Pot na segunda metade dos anos 1970.” [ fonte ]
“[…] Antonio Gramsci e Georg Lukács concluíram que teria sido a cultura ocidental que “alienara os proletários e os prevenia de lutarem contra os interesses das outras classes”. A Rússia não era “ocidental” o suficiente e, na conclusão deles, por isso a revolução tinha dado certo lá.
A cultura ocidental é sustentada em 3 colunas: o direito romano, a filosofia grega e a moral judaico-cristã.
Para implantar o socialismo no Ocidente, eles concluíram que era preciso acabar com a moral judaico-cristã. Por isso é que o novo marxismo, o marxismo cultural, tem como objetivo destruir a moral judaico-cristã. [+][…]”
O moralismo judaico-cristão é ensinado e perpetuado principalmente através do Cristianismo. É por causa disto que esta é a religião mais atacada, e não é mera coincidência que seja o foco da crítica de todos os ateus militantes modernos.
Critique os valores do Cristianismo, difame a Bíblia Sagrada, ridicularize os cristãos, divulgue as idéias ateístas anti-teístas, milite em favor desta causa, e você estará ajudando a destruir a prosperidade alcançada pelos dois milênios da civilização ocidental. Você estará ajudando o Comunismo. Você será cúmplice moral de perseguições, de intolerância e de massacre de milhões de cristãos. Você estará praticando o mal. Eu já cometi todos esses erros e me envergonho disso.
“Sejam quais forem as causas pelas quais os regimes ateístas fizeram o que eles fizeram, o fato indisputável é que todas as religiões do mundo colocadas juntas não provocaram em três mil anos nada próximo do número de pessoas mortas em nome do ateísmo nas poucas décadas passadas. É hora de abandonar o mantra ingênuo e repetido de que a crença religiosa têm sido a fonte principal do conflito e da violência humanas. O ateísmo, e não a religião, é responsável pelos piores assassinatos em massa da História.” (Dinesh D’Souza, em “A verdade sobre o Cristianismo“)
Segundo fabricante de software para urnas, com Linux os riscos aumentam
Uma das grandes “vitórias” aclamadas pela komunidade do software “livre” este ano foi a troca do sistema operacional das urnas eletrônicas utilizadas nas eleições de Windows CE para Linux. [ fonte ].
Pois no dia 12 de setembro foi publicado em um blog do Terra uma declaração atribuida a um dos sócios-gerentes da Microbase, empresa fornecedora de software usado nas urnas eletrônicas. Segue:
[…] Queremos aproveitar a oportunidade para dar nossa opinião […] a respeito da tão discutida segurança das Urnas Eletrônicas Brasileiras. As mesmas são, sob nossa opinião, absolutamente inseguras. […] não importando o Sistema Operacional em uso. Aliás, o uso do Linux aumenta exponencialmente a possibilidade de criação de mecanismos de contaminação via boot do drive externo, uma vez que, sendo um sistema de código fonte aberto, conta com um número enorme de excelentes profissionais que conhecem profundamente o seu funcionamento desde a carga do setor de boot inicial até a sua plena entrada em funcionamento. […] [ fonte ]
Como era de se esperar, nenhuma publicação “especializada” em informática se interessou em investigar isto ou sequer chega perto de publicar alguma conclusão parecida a partir de um raciocínio básico que qualquer especialista honesto da área poderia chegar. Eis o resultado do lobby muito bem articulado dos militantes e do patrulhamento tecno-ideológico junto dos órgãos governamentais e na imprensa. Notável perceber que quando uma empresa de software de código fechado tenta fazer o mesmo, uma outra ala do “movimento” trata de difamá-la e acusá-la como se esta estivesse cometendo um crime terrível, algo bastante típico em todos os movimentos revolucionários (”acuse-os daquilo que você faz”).
LOCUTOR: Você viu com quem Obama deseja conversar?
CHAVEZ: Vão pro inferno, seus ianques imundos!
LOCUTOR: Barack Obama diz que se reuniria com Chavez sem condições prévias.
CHAVEZ: Ianques imundos, vão para o inferno centenas de vezes!
LOCUTOR: Ele disse que se reuniria em seu primeiro ano de mandato.
CHAVEZ: Os Estados Unidos que está por trás de cada conspiração contra nosso país.
LOCUTOR: Ele disse que era uma vergonha que não temos falado com eles.
CHAVEZ: Se qualquer agressão vir contra a Venezuela, então não haverá petróleo para o povo ou o governo dos Estados Unidos!
LOCUTOR: Você acredita que deveríamos falar com Chávez?
CHAVEZ: Nós, seus ianques imundos, sabemos que estamos decididos a sermos livres, não importa o que aconteça, e a qualquer custo!
LOCUTOR: Em novembro, você decide.
John McCain: Eu sou John McCain e eu aprovei esta mensagem.
LOCUTOR: Pago por McCain-Palin 2008. Aprovado por John McCain.
Fatos contidos nesta propaganda:
Num debate em julho de 2007, Barack Obama anunciou que iria reunir-se pessoalmente com os líderes mundiais que se opõem aos EUA, inclusive Hugo Chávez da Venezuela, “sem condições prévias”. PERGUNTA: “Você estaria disposto a reunir-se separadamente, sem condições prévias, durante o primeiro ano de sua administração, em Washington ou em qualquer outro lugar, com os líderes do Irã, Síria, Venezuela, Cuba e Coréia do Norte, a fim resolver as diferenças que dividem os nossos países?”…
OBAMA: “Eu faria isso. E a razão é esta, a noção de que de alguma forma não falar à estes países é a punição à eles - que foi o princípio diplomático norteador desta administração - é ridículo. E eu acho que é uma vergonha que nós não tenhamos falado com eles. ” (CNN / YouTube Debate candidato presidencial democrata, Charleston, SC, 23/07/2007)
Em outubro de 2007, Barack Obama disse à Harry Smith da CBS que ele conversaria com Hugo Chávez entre outras coisas “sem condições prévias”. Harry Smith: “Você disse: ‘Vou falar com isso e aquilo e Hugo Chavez e etc, etc’” Obama: “Exatamente, e sem condições prévias”. (CBS “The Early Show”, 15/10/2007)
Em novembro de 2007, Barack Obama confirmou que iria encontrar com “líderes hostis”, incluindo Hugo Chávez, em seu primeiro ano de mandato. Tim Russert da NBC: “Em julho, foi-lhe perguntado se você estivesse disposto a reunir-se separadamente e sem condições prévias durante o seu primeiro ano com Fidel Castro, Kim Jung Il, Hugo Chávez. Você disse que sim. Você mantém esta posição?” Obama: “Mantenho”. (NBC “Meet A Press”, 11/11/2007)
Aproveito para deixar registrado meus parabéns ao trabalho de tradução dos artigos pela subsidiária brasileira do Ludwig von Mises Institute — há esperança no horizonte e algum sinal de vida inteligente nesse país.
São artigos publicados em blogs, que apesar de terem esta classificação, são infinitamente mais confiáveis do que esses papéis higiênicos que se compram em bancas de jornais, ou portais de notícias e telejornais do Brasil — pra vocês verem como está a situação dos meios de comunicação em massa brasileiros.
Estes textos só vão dar aos leitores um ponto de partida. Quem quiser estudar mais sobre Economia terá que procurar em livros — esqueçam de uma vez por todas os jornais e revistas como fontes de informação. É o mínimo que se deve fazer antes de abrir a boca pra dar palpite.
É um momento tão singular para a televisão brasileira que até se percebe o apresentador tendo “espasmos mentais” ao interromper por diversas vezes o entrevistado. Provavelmente isto se deve ao economista do Instituto Liberal estar explicando de forma tão clara, coerente e comprometida com a realidade.
Torna-se importante dizer tudo isto porque são nestes momentos que sempre surgem “especialistas” pra nos dizerem: “A culpa é do Bush”; “esta é a morte do neoliberalismo”; “estas são as falhas da economia de livre-mercado”; “a solução é o intervencionismo estatal”; “é uma crise comparável à grande depressão de 1929″ e etc. ad infinitum. Nada mais natural ao que corresponde à média do que podemos chamar de cidadão brasileiro hoje em dia: invejoso patológico, antiamericano e totalmente averso ao conhecimento. Para um público assim, nunca faltarão charlatões para dizerem o que se deseja ouvir.
Um novo estudo no Reino Unido revelou que os homossexuais são cerca de 50% mais propensos de sofrer de depressão e da prática do abuso de substâncias do que o resto da população, conforme reporta o site Health24.com.
Após a análise de 25 estudos anteriores sobre a orientação sexual e saúde mental, pesquisadores, num estudo publicado na revista médica BMC Psychiatry, também descobriram que o risco de suicídio saltava para mais de 200% se o indivíduo estivesse envolvido em um estilo de vida homossexual.
Estas conclusões apoiam fortemente os resultados de estudos semelhantes realizados nos Estados Unidos, que têm revelado riscos severos às saúdes física e psicológica associados com comportamento homossexual. Os doutores Paul e Kirk Cameron do Family Research Institute revelaram em 2007 uma pesquisa que mostra que a vida de um homossexual é, em média, 24 anos mais curta do que a de um heterossexual. Tal como uma ameaça à saúde, até mesmo o tabagismo parece menor em comparação, como demonstram os estudos que indicam que fumar pode encurtar a vida por apenas de 1 a 7 anos em média.
Embora o artigo da Health 24 sugere que homossexuais possam ser incentivados ao abuso de substâncias e ao suicídio por causa das pressões de uma cultura anti-homossexual e familiar, testes empíricos têm demonstrado que não há qualquer diferença de risco de saúde em homossexuais, dependendo do nível de tolerância em um ambiente particular. Homossexuais tanto nos Estados Unidos como na Dinamarca - a última das quais se reconheceu ser altamente tolerante com a homossexualidade - morrem, em média, em seus primeiros anos da sua quinta década de idade, ou na casa dos quarenta anos se a AIDS for a causa da morte. A idade média para todos os residentes em quaisquer dos países varia a partir de meados dos 70 anos ou mais. (Ver artigo http://www.lifesitenews.com/ldn/2007/apr/07040309.html)
Dr. Rick Fitzgibbons, um psiquiatra e membro da Catholic Medical Association, diz que há indícios de que a homossexualidade é ela própria uma manifestação de desordem psicológica acompanhada por uma série de problemas de saúde mental, incluindo a “depressão severa, tentativas e idéias suicidas, desordens de ansiedade, abuso de substâncias psicoativas, conduta desordenada, baixa auto-estima em indivíduos do sexo masculino e promiscuidade sexual com uma incapacidade em manter relacionamentos comprometidos.”
Fitzgibbons disse que a American Psychological Association, que é conhecida por seu apoio ao “casamento” homossexual, ignorou as provas que ele mostrou que a homossexualidade apresenta perigo significativo para a saúde psicológica. (Veja http://www.lifesitenews.com/ldn/2005/jul/05072502.html)
[ Por Kathleen Gilbert; Fonte: LifeSiteNews.com; Tradução: Marcos Ludwig ]
É isso aí, Jabor! Mostra pra nós quem tu é de verdade!
Eis a nossa (sub-)intelectuália do Brazil! O resto da “imprensa burguesa” — massivamente pró-Hussein Obama — são só um reflexo mais ameno de tudo isto que ele ama (e odeia).
A futura vice-presidente dos EUA, governadora Sarah Palin.
Olavo de Carvalho Diário do Comércio (editorial), 11 de setembro de 2008
Enquanto nos EUA, no Brasil e no mundo a grande mídia esquerdista (desculpem a redundância) vasculha a biografia de Sarah Palin nos seus mínimos detalhes, trazendo ao público as revelações chocantes de que ela pertence à Igreja Pentecostal, de que sua filha transou com o namorado e de que (acrescenta a pérfida Ann Coulter) seu cabelereiro teve uma multa de trânsito em 1978, nada, absolutamente nada aí se conta a ninguém sobre alguns episódios da vida de Barack Hussein Obama, decerto irrisórios e desprovidos de qualquer alcance político, não é mesmo? Eis oito exemplos:
1. Ele foi admirador e companheiro de protestos do pastor Louis Farrakhan, aquele segundo o qual “o judaísmo é a religião do esgoto”. Isso faz tempo, mas depois de eleito senador ele deu 225 mil dólares em verbas federais à igreja de seu amigo Michael Pfleger, onde Farrakhan é um dos mais freqüentes e aplaudidos pregadores convidados.
2. No Quênia, ele deu apoio eleitoral a um agitador que depois organizou a destruição de trezentos templos cristãos e o assassinato de mais de mil fiéis, cinqüenta deles queimados vivos numa igreja, sem que Obama viesse a dizer uma só palavra contra essa gentil criatura.
3. Ele disse que o terrorista William Ayers (da quadrilha do “Homem do Tempo”) era apenas um seu vizinho com quem jamais conversava de política, mas depois se descobriu que ele e Ayers dirigiram juntos uma ONG que coletou 72 milhões de dólares para movimentos de esquerda, sendo um interessante exercício intelectual conjeturar como puderam fazer isso sem falar de política.
4. Neste preciso momento ele responde na Pensilvânia a um processo de falsidade ideológica, por ter apresentado a seus eleitores uma certidão de nascimento obviamente forjada. A verdadeira, se existe, até hoje não apareceu, e o beautiful people da mídia não releva o menor interesse em conhecê-la.
5. Embora ele diga que sempre foi cristão, todos os seus colegas e professores de escola primária, bem como seu meio-irmão e sua meia-irmã, afirmam que ele era muçulmano na época em que ali estudava.
6. Por duas décadas ele freqüentou semanalmente uma igreja que alardeava a “teologia da libertação” mais escancaradamente comunista e anti-americana, e depois disse que não tinha a menor idéia do conteúdo do que ali se pregava.
7. Não é só sobre suas origens ou sobre sua religião que Obama cultiva segredos. Também não é só sua certidão de nascimento autêntica que continua inacessível. Embora gabando-se de sua carreira em Harvard, ele se recusa a mostrar o histórico de seus estudos universitários. Os fofoqueiros maldosos dizem que ele tem vergonha de mostrar suas notas baixas (talvez ainda mais baixas que as de George W. Bush, Al Gore e John Kerry), mas agora se sabe que ele tem um motivo mais forte para encobrir os detalhes da sua passagem por Harvard: seus estudos ali foram pagos por Donald Warden, um americano que, islamizado sob o nome de Khalid Abdullah Tariq al-Mansour, veio a se tornar um dos mentores do grupo terrorista Panteras Negras, fund-raiser para a organização pró-terrorista African-American Association e autor de um livro segundo o qual o governo americano planeja matar todos os negros.
8. Em cinco campanhas eleitorais, o mais ativo coletor de fundos para Obama foi o vigarista sírio Tony Rezko, condenado por dezesseis crimes. Uma vez no Senado, Obama retribuiu com dinheiro público a gentileza, convencendo vários prefeitos a investir um total de 14 milhões de dólares num projeto imobiliário do malandro.
Os brasileiros não saberão de nada disso assistindo ao “Jornal Nacional”, nem os americanos à CNN. Ante as acusações gerais de que John McCain não checou direito a biografia de Sarah Palin, o colunista Don Feder sugere que a de Obama, por sua vez, foi checada meticulosamente - por uma comissão integrada por Forrest Gump, o Inspetor Clouseau e o Agente 86, Maxwell Smart. E, quando Obama comete um lapsus linguae, dizendo “minha fé muçulmana” em vez de “minha fé cristã”, todas as almas santas do esquerdismo mundial se revoltam ante as insinuações, vindas de maldosos direitistas, de que isso possa significar alguma coisa. Eu mesmo sou tão perverso que cheguei a me perguntar se Obama não trocava os pés pelas mãos justamente por ser muito difícil, até para um ator tarimbado, exibir-se como um pavão no poleiro e ao mesmo tempo esconder-se como um rato na toca.
Mas Obama nem precisaria ser tão escrupuloso na camuflagem. A mídia esconde tudo por ele - para quê preocupar-se em vão ao ponto de ficar nervoso e atrapalhar-se no discurso? Afinal, que são os pequenos deslizes do candidato democrata em comparação com a gravidez solteira de Bristol Palin? Toda a esquerda chique, que sempre batalhou pela “liberação sexual da juventude”, está hoje escandalizada, chocada, perplexa ante essa semvergonhice incomum, sem dúvida um risco maior para a segurança dos EUA no caso de Sarah Palin chegar à vice-presidência. Com o detalhe especialmente elucidativo de que, uma vez desencadeada a campanha de ataques à devassidão abominável da família Palin, essa mesma onda é explicada retroativamente como fruto do moralismo reacionário dos americanos e assim transfigurada num argumento fulminante contra a eleição de candidatos conservadores.
***
P. S. - Já habituado a apostar contra a classe jornalística e ganhar sempre (se eu botasse dinheiro nisso estaria milionário), fui o único correspondente brasileiro nos EUA a anunciar, com antecedência de duas semanas, que Sarah Palin era o nome mais provável para a candidatura à vice-presidência na chapa McCain. A mídia nacional inteira cumpriu fielmente, como sempre, seu dever de chutar e errar. Quem mais caprichou foi o correspondente do Estadão, que fez uma lista de dez - não dois ou três, mas dez - vicepresidenciáveis, e nenhum deles era Sarah Palin.
Já no seu contraponto, “O Livro Negro do Capitalismo”, os autores deste (também esquerdistas, só que estes mais desonestos) se esforçaram bastante na desinformação e incorporaram na conta do capitalismo a responsabilidade pela tragédia do Nazismo.
No intuito de acabar com a propaganda mentirosa da esquerda, que diz que Adolf Hitler e o Nazismo teriam alguma coisa a ver com capitalismo, liberalismo ou qualquer outra coisa relacionada com a direita, reproduzo abaixo estas evidências esmagadoras.
“Continuamos camaradas”
Primeira parte: o discurso
“Não é a Alemanha que será bolchevisada, é o bolchevismo que se tornará uma espécie de nacional socialismo. Aliás, existem entre nós [nazistas] e os bolchevistas mais pontos comuns do que há divergências, e, antes de tudo,o verdadeiro espírito revolucionário, que se encontra na Rússia como entre nós, por toda a parte onde os marxistas judeus não controlam o jogo. Eu sempre levei em conta esta verdade e é por isso que eu dei ordem de aceitar imediatamente no partido todos os ex comunistas” (Adolph Hitler, apud Hermann Rauschning, Hitler m´a dit, Coopération, Paris 1939, p. 153. Rauschning foi Governador Nazista de Dantzig, e muito próximo de Hitler).
“A Alemanha e a Rússia [bolchevista] se completam de maneira maravilhosa. Elas são feitas verdadeiramente uma para a outra” (Adolph Hitler, apud Hermann Rauschning, Hitler m´a dit, Coopération, Paris 1939, p, 154).
“Meu socialismo é outra coisa que o marxismo. Meu socialismo não é a luta de classes, mas a ordem (…) Eu vos peço que leveis convosco a convicção que o socialismo, tal qual nos o compreendemos, visa não à felicidade dos indivíduos, mas sim a grandeza e o futuro da nação inteira. É um socialismo heróico. É o laço de uma fraternidade de armas que não enriquece ninguém e põe tudo em comum” (Adoph Hitler, apud Hermann Rauschning, Hitler m´a dit, Coopération, Paris 1939, p. 201).
“Os ensinamentos da revolução, eis todo o segredo da nova estratégia. Eu os aprendi dos bolchevistas e não tenho vergonha de dizer isso, porque é sempre dos inimigos que se aprende mais” (Adoph Hitler, apud Hermann Rauschning, Hitler m´a dit, Coopération, Paris 1939, p. 26).
“A era da felicidade pessoal acabou. O que nós substituímos a ela é a aspiração a uma felicidade da comunidade”(…)Eis o que eu chamo de felicidade da comunidade. É uma felicidade que somente as primeiras comunidades cristãs puderam experimentar com a mesma intensidade” (Adolfo Hitler, apud Hermann Rauschning, Hitler m´a dit, Coopération, Paris 1939, p. 218)
Todos esses cegos que nos cercam se hipnotizam, por cobiças superficiais que lhes são familiares; eles se apegam à propriedade, às rendas, ao nível social e às outras riquezas fora de moda. Contanto que tudo isso lhes permaneça acessível, eles acham que tudo vai bem. [É precisamente o seu caso]. O que eles ignoram é que eles mesmos estão centrados num sistema novo, como numa engrenagem de um mecanismo irresistível. Eles não sabem que nós os amoldamos e nós os transformamos. Que significa ainda a propriedade e que significam as rendas? Para que precisamos nós socializar os bancos e as fábricas? .Nós socializamos os homens” ( Adolfo Hitler, apud Hermann Rauschning, Hitler m´a dit, Coopération, Paris 1939, pp. 218-219).
“Eu não sou apenas o vencedor do marxismo. Se se despoja essa doutrina de seu dogmatismo judeu-talmúdico, para guardar dela apenas o seu objetivo final, aquilo que ela contém de vistas corretas e justas, eu sou o realizador do marxismo” (Adolfo Hitler, apud Hermann Rauschning, Hitler m´a dit, Coopération, Paris 1939, pp. 211).
“Eu aprendi muito do marxismo, e eu não sonho esconder isso. (…) O que me interessou e me instruiu nos marxistas foram os seus métodos [Exatamente como disse o marxista Boff: que ele aproveitou o método marxista] (…) Todo o Nacional Socialismo está contido lá dentro (…) O nacional socialismo é aquilo que o marxismo poderia ter sido se ele fosse libertado dos entraves estúpidos e artificiais de uma pretensa ordem democratica” (Adolfo Hitler, apud Hermann Rauschning, Hitler m´a dit, Coopération, Paris 1939, pp.211- 212).
“É por isto que lhes digo que o Nacional Socialismo é um socialismo em devir, que não se completa nunca, porque seu ideal se desloca sempre” (Adolfo Hitler, apud Hermann Rauschning, Hitler m´a dit, Coopération, Paris 1939, pp. 214).
“O que temos visto nos últimos anos é o contrário: é um socialista, como Mussolini, instaurar um regime de brutalidade; um socialista, como Hitler, criar uma das maiores monstruosidades organizadas da História; um socialista, como Lavai, aderir aos inimigos das liberdades humanas; um socialista, como Stalin, tor-nar-se um czar sangrento, segundo as palavras do sr. Kruchev” (Mário Ferreira dos Santos, Análise de Temas Sociais I, pp. 56-7 [27.pdf])
“Sou socialista, mas de um gênero de socialismo diferente daquele do vosso rico amigo Reventlow. Eu fui um trabalhador dos mais comuns. Não toleraria que o meu motorista comesse pior do que eu. Mas a vossa variedade de socialismo é apenas marxismo. A massa de trabalhadores quer apenas pão e divertimento. Jamais compreenderão o sentido de um ideal, e não podemos ter a esperança de conquistá-los para uma causa.
O que temos que fazer é selecionar, numa nova categoria de senhores, homens que não se deixarão governar, como vós, pela moral da piedade. Aqueles que governam devem saber que têm o direito de governar porque pertencem a uma raça superior. Devem manter esse direito e consolidá-lo de maneira implacável… O que pregais é liberalismo, nada mais que o liberalismo. Existe apenas uma espécie de revolução possível, e ela não é nem econômica, nem política, nem social, mas racial, e será sempre a mesma coisa: a luta entre as classes inferiores e as raças superiores que estão no poder. Se, algum dia, a raça superior esquecer essa lei, estará acabada! Todas as revoluções - e eu estudei com dedicação e cuidado - foram raciais…” (Diálogo entre Hitler e O. Strasser narrado por Otto Strasser em: Hitler and I, Londres, Jonatham Cape, 1940. p. 114. Apud BURON, Thierry & GAUCHOU, Pascoal. Os fascismos. Rio de Janeiro, Zahar, 1980. p. 105-6.)
“Quem quer que esteja preparado para fazer da causa nacional a sua própria, em tal extensão que saiba não haver maior ideal que a prosperidade de sua pátria; quem quer que haja compreendido nosso estupendo hino nacional, “Deustchland über Alles”, para significar que nada neste vasto mundo ultrapassa, a seus olhos, a Alemanha, povo e terra - esse homem é um socialista” (Hitler, IN: Ascenção e queda do III Reich, pg. 139)
“O socialismo é a ciência que se ocupa do bem comum. Socialismo e comunismo não são a mesma coisa. O marxismo não é socialismo. Os marxistas se apropriaram do termo e mudaram seu significado. Vou tirar o socialismo dos socialistas. (…) Nossos antepassados compartilhavam terras e cultivavam a idéia do bem comum. O marxismo não tem o direito de disfarçar-se de socialismo. Ao contrário do marxismo, o socialismo não rejeita a propriedade privada. Ao contrário do marxismo, não implica renegar a própria personalidade. Ao contrário do marxismo, o socialismo é patriótico. (…) Exigimos que o Estado satisfaça as justas reclamações das classes produtoras com base na solidariedade racial.” (Hitler, Resposta a George Sylvester Viereck, Liberty, 1932. Entrevista republicada na Folha de São Paulo de 4 de janeiro de 1998)
“[…] fossem quais fossem suas razões, Hitler julgou oportuno declarar em um dos seus discursos, em fevereiro de 1941, que ‘basicamente, nacional-socialismo e marxismo são a mesma coisa’” (v. Friederich Hayek, O Caminho da Servidão, pp. 54)
Segunda parte: Nacional-Socialismo na prática
Feito o discurso, agora vejam algumas das medidas “direitistas” do regime nacional-socialista: - Plano Quatrienal (1936) visava adaptar a economia dirigida para a máquina de guerra alemã. A iniciativa privada foi obrigada a se adaptar ao Plano Quatrienal visando fortalecer a indústria bélica. Houve geração de empregos financiados diretamente pelo estado nacional-socialista, contudo foi observada uma sensível diminuicao na fabricacao dos produtos de bens de consumo. Com a fundação da fábrica Reichswerke “Hermann Göring” o estado nacional-socialista passou a ser dono de inúmeras indústrias pesadas. A SS (Schutzstaffel) também passou a ter empresas próprias.
- Postulado “Gemeinnutz geht vor Eigennutz” (uso coletivo tem preferencia ao uso individual). Todos os sindicados foram dissolvidos passando a existir somente um grande sindicato, o Deutsche Arbeitsfront (DAF). O direito à greve foi abolido.
- O aumento dos salários foi terminantemente proibido para evitar aumento de custos. O salário real médio de um trabalhador da indústria em 1939 era inferior se compararmos com o ano de 1928.
- O primeiro de maio foi introduzido como feriado nacional remunerado.
- Em julho de 1933 o regime nacional-socialista introduziu uma nova lei dos cartéis “Kartellgesetz”. Esta lei tinha como objetivo regular o mercado permitindo ao Ministro Imperial da Economia obrigar empresas a se unirem e formarem cartéis controlados pelo governo. Essa lei permitiu que empresas que já participassem de cartéis nao controlados pelo governo fossem obrigadas a ficar sob a tutela estatal.
- O controle do estado nacional-socialista ficou ainda mais forte depois da lei de 20 de janeiro de 1934 “Gesetz zur Ordnung der nationalen Arbeit” diminuindo os direitos da iniciativa privada. Como “Führer des Betriebs” (Condutor ou líder da empresa) era determinado “zum gemeinsamen Nutzen von Volk und Staat” (para o uso coletivo do povo e do estado) junto com a DAF todo o planejamento e organizacao da empresa e os salários dos seus trabalhadores. - Em todo o terceiro império a iniciativa privada ficou sob a tutela do Ministro Imperial da Economia com a lei de 13 de marco de 1934 “Gesetz zur Vorbereitung des organischen Aufbaus der deutschen Wirtschaft” (Lei de preparacao da construcao orgânica da economia alemã). Empresas privadas foram organizadas em “Reichsgruppen” (grupos imperiais) e incorporadas nas estruturas estatais.
- Na agricultura sob a condução do Ministro Imperial da Agricultura - Richard Walther Darré - todas as empresas e câmaras agrícolas foram compulsoriamente fundidas em setembro de 1933. Passou assim a ser a maior organizacao na agricultura, e como tal ela determinava precos, a produção, e controlava as importações e exportações. Como já era de se esperar com todo o excessivo controle e planejamento e ainda em contraponto à idéia do “Lebensraum” a importância da agricultura foi diminuindo, e entre os anos de 1933 e 1939 os salários médios caíram consideravelmente faltando mao-de-obra e área cultivável.
- Para o financiamento de todas as medidas estatais o Ministro Imperial das Financas Johann Ludwig Graf Schwerin von Krosigk aumentou substancialmente a dívida interna alemã. Nos primeiros dois anos o regime nacional-socialista obteve créditos na casa de 10 bilhões de marcos imperiais. O Império Alemão fez novas dívidas entre 1933 até 1939 no montante de 40 bilhões de marcos imperiais, mais do que três vezes a arrecadação do estado no ano de 1937. Para a indústria bélica o regime nacional-socialista aumentou de 1933 até 1936 de 4 para 39 por cento os gastos estatais. Em 1938 metade dos gastos do governo foram utilizados na indústria bélica.
Conclusão: Como a própria palavra “socialismo” (nome bastante identificado com as esquerdas) foi utilizada no discurso; como este nacional-socialismo se caracterizou na prática pela intromissão autoritária do estado na economia e na propriedade privada, “colocando o empresariado de joelhos”, fica aqui então demonstrado que o Nazismo nada tem a ver com capitalismo, nada tem a ver com livre-mercado, e, portanto, nada tem a ver com a direita. Pelo contrário: Nazismo possui um alinhamento totalmente esquerdista, se parecendo mais com um primo-irmão do Comunismo. Considerando as milhões de mortes de ambos os regimes, cabe perguntar, então: se é proibido e é passível de escândalo exibir a suástica em público, porque a foice e o martelo não são?
[ O documentário “The Soviet Story” também narra a íntima ligação do Comunismo soviético com o Nazismo, onde vários paralelos são traçados sugerindo uma alta semelhança entre ambos. ]
[ Colaboraram com informações neste artigo: Caio Fonseca, Victor Heimpel e Wellington. ]
Três shows estão programados para novembro, entre eles Porto Alegre (na sexta-feira do dia 7/11, no Manara). A julgar pela agenda com quase uma semana de diferença entre as localidades, acho bastante provável que mais locais no Brasil fechem com elas até lá.
Pra deixar o post ainda mais enfeitado, fiquem com esta pérola videoclíptica: “Skintight”, primeira faixa do álbum de 1999 “Get Skintight”, onde as Donnas ainda não haviam decidido cair de vez no hard rock.
A estreita ligação entre o liberalismo esquerdista, problemas mentais, depressão, tendências suicidas, materialismo e falta de fé
“[…] Liberais modernos[1] gostam de projetar a impressão de que levam vidas emocionantes em comparação com os enfadonhos e caretas conservadores. Conservadores são muitas vezes colocados na categoria de um Willy Loman[2] dos dias modernos: claustrofóbico, sexualmente reprimido, e profundamente deprimido na sua jaula minúscula. Liberais, por outro lado têm tudo a ver com a liberdade e ideais progressistas, e tudo a ver com diversão. Mas a verdade é outra. Na verdade, republicanos[3] são geralmente mais animados pela vida: 54% dizem que a vida é emocionante, em comparação com apenas 43% dos democratas[4]. Mesmo quando têm a mesma renda, os republicanos continuam a sair à frente. […]
Enquanto eles estão ali, os que estão na esquerda política também tendem muito mais a queixarem-se da sua saúde do que os conservadores. O Social Capital Survey descobriu que os esquerdistas eram mais susceptíveis de chamar sua saúde de “deficiente” ou “razoável”, enquanto os conservadores estavam mais propensos a dizer que era “excelente” ou “muito bom”. Mesmo quando se comparam liberais e conservadores da mesma idade e renda, em cada grupo, conservadores estavam mais propensos a dizerem que estavam em muito boa saúde. Então, a menos que haja alguma vontade em acreditar que as doenças e infecções preferem esquerdistas, alguma relação deve haver aqui.
Um fato costumeiramente ignorado é de que esquerdistas auto-declarados estão com probabilidades mais de três vezes maiores de ter procurado aconselhamento para problemas mentais do que os auto-declarados conservadores. O [Instituto] Gallup descobriu em um estudo científico que Republicanos têm muito mais probabilidade de reportar boa saúde mental do que Democratas (58% para 38%). Brack e Zhang, na sua investigação sobre neuropolitica, constataram que esquerdistas estavam 64% mais propensos a sofrerem de depressão, 320% (isto não é um erro tipográfico) mais propensos de sofrerem de transtorno bipolar, e 50% mais propensos de sofrerem de depressão leve. (Ao contrário dos outros estudos, porém, esta foi uma sondagem não-científica.) O mesmo é válido para transtornos de ansiedade. Quando perguntado se eles alguma vez sentiram que teriam algum ataque de nervos, 38% dos esquerdistas disseram sim, em comparação com apenas 21% dos conservadores.
O General Social Survey encontrou resultados semelhantes. Quando perguntados se tiveram alguma vez algum problema de saúde mental, 30% das pessoas que descreveram-se como “extremamente liberais” disseram “sim”, como fizeram os 12% dos “liberais”. Apenas 5% das pessoas que se declararam “muito conservadoras” e 6% dos “conservadores” disseram o mesmo. Em suma, liberais-esquerdistas estão entre duas a seis vezes mais susceptíveis de terem tido algum problema de saúde mental em relação aos conservadores. Não há dúvida de que são fatores médicos e biológicos que contribuem para a depressão. Conservadores podem também ser culturalmente menos dispostos a procurarem ajuda psiquiátrica quando precisam. Mas uma coisa não deixa de ser verdade: quanto mais longe você vai para a esquerda, é mais provável que você encontre a depressão e outros problemas emocionais relacionados.
Problemas de saúde mental não são assuntos engraçados. Então porquê esquerdistas parecem lutar com estas questões mais do que os conservadores? Esquerdistas poderiam dizer que são simplesmente mais cuidadosos do que conservadores. Mas isto parece insuficiente para explicar a grande disparidade documentada aqui. Um dos motivos pode ter a ver com o fato do liberalismo moderno ter incentivado o individualismo extremo e foco em si mesmo. Martin Seligman, ex-presidente da Associação Americana de Psicologia e professor da Universidade da Pensilvânia, explica que a depressão está aumentando na América hoje por quatro razões distintas. Todas elas têm suas raízes no pensamento liberal.
Em primeiro lugar está o problema do que ele chama “individualismo galopante.” “A depressão unipolar é uma desordem da frustração do ‘eu’, como estamos cada vez mais educados a vermos todos através do ‘eu’”, diz Seligman. O Liberalismo moderno incentiva independência da Igreja, da família e da comunidade, porque eles podem ser sufocantes e podem contrair nossos desejos individuais. “O individualismo galopante nos provoca a pensar que os nossos reveses são de grandiosa importância e, portanto, algo se torna deprimente”.
A segunda razão para o aumento da depressão entre os esquerdistas-liberais é o que poderia ser chamado a auto-estima insana. “A ênfase na auto-estima fez milhões pensarem que há algo fundamentalmente errado em não se sentirem bem, por simplesmente oposição à atitude ‘não me sinto bem agora, mas vou me sentir melhor mais tarde’”, explica Seligman. (Ambos são características proeminentes do liberalismo moderno, conforme discutido em capítulo anterior.)
Outro motivo para o aumento da depressão é uma atitude generalizada entre os liberais da “vitimologia e desamparo”. O liberalismo moderno criou uma situação em que praticamente todos os habitantes do país podem classificar-se como uma espécie de vítima. Esta mentalidade contribui para a depressão, diz Seligman, uma vez que incentiva o ponto de vista de que somos vítimas passivas que não podem ajudar a nós mesmos. Este é certamente o caso entre os esquerdistas-liberais, que em pesquisas regularmente alegam de que eles estão desamparados e que muito do que está acontecendo em sua vida está além do seu controle. “Sorte” e “destino” desempenham papéis desproporcionais na sua vida, e, por isso, falta-lhes o poder de mudar as suas circunstâncias.
A última razão que Seligman oferece é o crescimento do materialismo moderno. Muitas vezes considerado um vício inerente dos conservadores, a evidência mostra o contrário. Esquerdistas-liberais colocam hoje muito mais ênfase em matéria e dinheiro do que os conservadores. [Outro capítulo deste livro demonstra isto.]
Outra razão do esquerdismo levar muitos ao desespero emocional é que muitos dos seus luminares têm abraçado o niilismo (ou seja, a crença de que a vida não tem sentido). Professor Richard Dawkins da Universidade de Oxford ocupa uma cadeira na compreensão pública da ciência, mas ele um currículo direcionado à esquerda devido aos seus numerosos e bem vendidos livros sobre ciência, evolução, e religião. Dawkins é regularmente caracterizado como um professor universitário em campus e na televisão. Ele já apareceu na capa da revista Time e recebeu inúmeros prêmios. Um ateísta resoluto, Dawkins acredita que a existência “não é nem boa nem má, nem simpática nem cruel, mas simplesmente insensível: indiferentes a todos os que sofrem, faltando todo propósito.” Jessica Matthews, presidente da Carnegie Endowment for lnternational Peace, e antigo membro do conselho editorial e colunista do Washington Post, expressa sentimentos semelhantemente sombrios: “A vida humana é um acidente cósmico sem nenhuma finalidade.”
Muitos escritores populares adotados pela esquerda endossam esta opinião. Jean-Paul Sartre via todas as ações humanas sem sentido; o romancista Thomas Pynchon insistia na idéia de que o universo era inútil em seus romances aclamados pela crítica como Gravity’s Rainbow.
O esquerdismo também abraçou cada vez mais uma perspectiva de futuro apocalíptico ao longo dos últimos quarenta anos. […] A triste consequência de tal pensamento apocalíptico é o que professor de criminologia Steve Stack chama de uma “ideologia do suicídio.” Em 1997, seis dos mais proeminentes teóricos esquerdistas nos Estados Unidos - Ronald Dworkin, John Rawls, Thomas Nagel, Robert Nozick, Tim Scanlon, e Judith Jarvis Thomson - apresentaram um requerimento à Suprema Corte declarando que as pessoas tinham um direito constitucional federal ao suicídio medicinalmente assistido. Há anos que a idéia do suicídio como uma escolha racional vem sendo insistida pelos esquerdistas-liberais modernos. Bill Moyers apresentou uma série de quatro partes na PBS chamada “On Our Own Terms: Moyers on Dying,”, no qual ele incentivou as pessoas a “tomar conta” das decisões sobre vida-e-morte. Anna Quindlen escreveu um livro intitulado One True Thing, que mostrou que acabar com sua própria vida poderia ser uma escolha racional e corajosa. Muito do que a esquerda tem a dizer sobre o suicídio decorre do que Herbert Marcuse chamava de “a inconveniente realidade da morte.” Ele acredita que “o sentido da morte deve ser mudado” e “deve ser racionalizado”. Marcuse argumentou: “Depois de viver uma vida plena, eles podem decidir por si próprios a morrerem - em um momento de sua própria escolha.”
Este sistema de crenças tem consequências muito reais. O fato é, os que estão à esquerda aceitam muito mais a idéia do suicídio - e são proporcionalmente mais propensos à tentativa dele. Como professor Stack coloca, “o liberalismo político afeta o nível de aceitabilidade ao suicídio.” Certamente as pessoas podem vir a cometer suicídio quando atormentadas por uma série de doenças mentais. Mas muitos liberais-esquerdistas modernos justificam o suicídio como um ato razoável. Quando o General Social Surveys perguntou se caso você estivesse simplesmente “cansado de viver”, cometer suicídio era “ok”, 35% das pessoas que eram liberais disseram “sim”, em comparação com apenas 12% por cento dos conservadores. Liberais também não parecem ter muito problema em cometer suicídio se eles tivessem “desonrado a família”, por exemplo, por ficar preso ou qualquer outra situação que fosse embaraçosa para seus familiares. Eles estão com quase três vezes mais probabilidades de dizer que não há problema em cometer suicídio em tal circunstância - incluindo 22% daqueles que se consideram “extremamente liberais” e 15% dos que se consideram “liberais”.
Um estudo realizado por dois acadêmicos amplamente respeitados, Professores Steven Stack e Ira Wasserman, constataram que atitudes socialmente esquerdistas como feminismo estão relacionados a uma “ideologia pró-suicídio”, enquanto atitudes conservadoras tendem a ser anti-suicidas para qualquer situação. Outro estudo na revista académica Sex Roles constatou que o liberalismo esquerdista está relacionado com uma atitude permissiva ao suicídio e a tentativas reais de suicídio. Um estudo realizado em 2004 divulgado no American Journal of Psychiatry descobriu que as pessoas religiosas e conservadoras tiveram muito menos tentativas de suicídio do que pessoas liberais esquerdistas e seculares[5], mesmo quando apresentavam os mesmos níveis de depressão das pessoas do primeiro grupo.
Abbie Hoffinan, uma das figuras esquerdistas mais queridas da década de sessenta, cometeu suicídio utilizando 150 comprimidos e uma alta dose de álcool. De acordo com um dos seus apoiantes, Hoffman “viu a injustiça e a falta de sentido na vida.” Tom Hayden explicou desta forma o suicídio dele: “Ele estava realmente desconfortável em se tornar uma pessoa da meia-idade e em encarar uma idade avançada sem ver uma significativa mudança social.” O lider da Nova Esquerda Paul Krasner viu três de seus amigos radicais cometerem suicídio. Sua atitude quanto a isto é a mesma de muitos na esquerda de hoje. “As dores da vida era demais para ele”, explicou em uma entrevista. “Ele sempre pareceu-me como um desperdício, mas essa foi a sua escolha.”
Muitos veteranos esquedistas da década de sessenta lutaram com problemas emocionais e psicológicos. Mario Savio, líder do Movimento Berkeley Free Speech, acabou em um hospício. Robert Starobin, outro líder estudantil, cometeu suicídio, assim como fizeram Marshall Bloom, que ajudou a encerrar a London School of Economics. Jerry Rubin acabou aderindo a um culto. Andy Wernick, um líder estudantil canadense da década de 1960, mais tarde recordou-se que havia um elevado número de ataques nervosos entre seus seguidores. […]”
(SCHWEIZER, Peter; Makers and Takers: Why conservatives work harder, feel happier… more than liberals; Excerto do capitulo 7: “Whine country”)
[ Tradução: Marcos Ludwig ]
Notas do tradutor: [1] Do inglês americano “liberals”, como são chamados os esquerdistas norte-americanos. Neste texto o termo “liberal” foi traduzido alternadamente para o português como “esquerdista”, “liberal (politicamente)”, “esquerdista-liberal” e outras variações. Não deve ser confundido como liberalismo econômico; [2] Personagem do romance “A morte do caixeiro viajante”; [3] Republicanos são os simpatizantes do partido normalmente cristãos e alinhados ao direitismo conservador e ao liberalismo econômico; [4] Democratas são os simpatizantes do partido normalmente alinhados ao liberalismo político esquerdista e intervencionismo estatal; [5] Entre os seculares se encontram inseridos ateus e agnósticos.
No que diz respeito à moralidade e ateísmo, o Barna Group descobriu que ateus/agnósticos na América eram mais prováveis do que os crentes americanos, a olharem para os seguintes comportamentos como moralmente aceitáveis: o consumo de drogas ilícitas; beber álcool em excesso; relações sexuais fora do casamento; aborto; linguagem obscena; jogos de azar; comportamento sexual obsceno e pornografia, e a prática da homossexualidade/bissexualidade. Tendo em conta as muitas doenças relacionadas com a homossexualidade, a proibição bíblica desta é indiscutivelmente um dos muitos exemplos em que a Bíblia exibiu um conhecimento que foi à frente de seu tempo.
Dr. William Lane Craig diz o seguinte em relação aos comentários do debatedor ateísta Dr. Kai Nielson:
“Ele não defende realmente o seu ponto, mas ele diz, “eu tenho uma razão para que nós que sejamos morais.” diz ele, “É do nosso auto-interesse sermos morais.” Fiquei realmente surpreendido ao saber daquilo vindo dele. Esse tipo de motivação movida puramente por auto-interesse para a moralidade é, julgo eu, fatal para a posição ateística, porque para alguém que é suficientemente poderoso para não estar preocupado com o que outros fazem, auto-interesse só pode conduzir a uma espécie de hedonismo vanglorioso. Ela leva a uma espécie de vida de um Ferdinando Marcos, um Papa Doc Duvalier, um Mbbutu, e assim por diante. O auto-interesse nunca será capaz de justificar uma ética da compaixão. E assim penso que foi uma mortal admissão por parte de Dr. Nielsen para a cosmovisão ateística.”
Dr. Phil Fernandes afirma o seguinte em relação ao ateísmo e ao relativismo moral:
“Nietzsche pregou que um grupo de “super-homens” deve surgir com a coragem de criar os seus próprios valores através da sua “vontade de poder”. Nietzsche rejeitou os valores “soft” do Cristianismo (amor fraterno, oferecendo a outra face, caridade, compaixão, etc); ele sentiu que estes valores dificultaram a criatividade e potencial humanos…
Muitos outros ateus concordam com Nietzsche no que diz respeito ao relativismo moral. O filósofo britânico Bertrand Russell (1872-1970) escreveu uma vez, “Fora desejos humanos não existe qualquer norma moral”. A. J. Ayer acreditava que comandos morais não resultaram de qualquer norma objetiva acima do homem. Em vez disso, Ayer declarou que comandos morais simplesmente expressam um sentimento subjetivo ao indivíduo. Quando uma pessoa diz que um homicídio é errado, ele está meramente dizendo que ele sente que o assassinato está errado. Jean-Paul Sartre, um existencialista francês, acreditava que não existe qualquer significado objetivo para a vida. Por isso, de acordo com Sartre, o homem deve criar seus próprios valores.
Existem muitas formas diferentes que relativistas morais tentam determinar que medidas devem ser tomadas. Hedonismo é provavelmente a mais extrema. Esta filosofia declara que o que traz prazer é o que é o mais correto. Em outras palavras, se aquilo lhe faz sentir bem, então o faça. Se esta posição é verdade, então não há qualquer base a partir da qual as ações de Adolph Hitler sejam julgadas como sendo o mal.”
Além disso, existe a questão histórica de dolo sendo usada de forma decisiva para propagar o ateísmo a partir da época de Charles Darwin em diante, mais a questão da ideologia do comunismo ateísta de estar envolvido no maior massacre da humanidade na história mundial.