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Terça-feira, 31 de Julho de 2007
A Filosofia da Liberdade
Um assunto que pode muito bem ser agregado à minha proposta da verdadeira “corrente do bem” são as idéias contidas no texto da Filosofia da Liberdade, o epílogo do livro de Ken Schoolland chamado The Adventures of Jonathan Gullible.
Guilherme Roesler, autor do essencial blógue Ação Humana, trascreveu todo o soberbo texto e me autorizou republicar aqui. É curioso avisar que o livro de Ken Schoolland é um livro infantil que foca em noções elementares de economia, intervenção estatal e livre-mercado, conceitos que qualquer brasileiro-médio desconhece totalmente.
A linguagem do texto é reta, simples e direta, de facílima compreensão – o que lamentavelmente me faz crer que, pela escassez de adornos, frases de efeito e outras empulhações literárias, poucos “intelectuais” porto-alegrenses se interessarão em ler.
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» Transcrição do texto:
A filosofia da liberdade se baseia no principio do auto-domínio. Você é dono da sua vida. Negar isso é implicar que outra pessoa é mais dona da sua vida que você mesmo. Nenhuma outra pessoa ou grupo de pessoas é dono da sua vida, nem tampouco você é dono da vida dos outros. Você existe no tempo futuro, presente e passado. Isso se manifesta em vida, liberdade e o produto da sua vida e liberdade. Perder sua vida é perder seu futuro, perder sua liberdade é perder o seu presente, e perder o produto da sua vida e liberdade é perder o pedaço do seu passado que o produziu. O produto da sua vida e da sua liberdade é a sua propriedade. Propriedade é o fruto do seu trabalho, o produto do seu tempo, energia e talentos. Propriedade é a parte da natureza que você transforma para o uso valoroso. É a propriedade dos outros que lhe é dada através da troca voluntária e do consentimento mútuo. Duas pessoas que trocam propriedade voluntariamente estão ambas se beneficiando, senão elas não o fariam. Só elas podem tomar esta decisão por si mesmas. Às vezes algumas pessoas usam força ou fraude para tomar dos outros sem seu consentimento voluntário. Para tomar a vida é assassinato; para tomar a liberdade é escravidão; para tomar a propriedade é roubo. É a mesma coisa se estas ações são tomadas por uma pessoa agindo só ou pelos numerosos agindo contra os poucos, ou mesmo por autoridades usando chapéus elegantes. Você tem o direito de proteger sua vida, sua liberdade e justamente adquirida propriedade da agressão forçosa dos outros. Você pode pedir a outros para lhe ajudar. Mas você não tem o direito de iniciar força contra a vida, a liberdade e a propriedade dos outros. Portanto, você não tem o direito de designar uma pessoa para iniciar força contra outros em seu lugar. Você tem o direito de buscar lideres para si mesmo, mas você não tem o direito de impor lideres aos outros. Não importa como estas autoridades são selecionadas, eles são só seres humanos, e eles não tem direitos maiores que quaisquer outros seres humanos. Não importam os rótulos imaginativos para o seu comportamento, ou o numero de pessoas lhes encorajando. Oficiais não têm o direito de assassinar, de escravizar ou de roubar. Você não pode dar direitos que você mesmo não tem. Já que você é dono da sua vida, você é o responsável pela sua vida. Você não aluga a sua vida de outros que demandam a sua obediência; nem você é escravo daqueles que demandam o seu sacrifício. Você escolhe seus objetivos baseado nos seus valores. Sucesso e falha são ambos incentivos necessários para aprender e crescer. Sua ação em nome dos outros ou ação deles em seu nome só é virtuosa quando ela é derivada de consentimento mútuo voluntário, pois a virtude só existe quando existe a livre escolha. Esta é a base de uma sociedade verdadeiramente livre. Não é somente a fundação mais prática, e mais humanitária para a ação humana, também é a mais ética. Problemas no mundo que surgem da iniciação da força do governo tem uma solução. A solução é as pessoas do mundo pararem de pedir a oficiais do governo para iniciar força em seu nome. O mal não vem somente de pessoas más, mas também de pessoa boas que toleram a iniciação da força como um meio para seus próprios fins. Desta maneira, pessoas boas concederam poderes a pessoas más por toda a historia. Ter confiança numa sociedade livre é focalizar no processo de descoberta no mercado de valores ao invés de focalizar em alguma visão ou objetivo imposto. Usar a força do governo para impor uma visão nos outros é preguiça intelectual e resulta tipicamente em conseqüências perversas, não desejadas. Uma sociedade livre exige a liberdade de pensar, falar e agir, principalmente quando é mais fácil não fazer nada…
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» Veja o vídeo Filosofia da Liberdade (tradução PT-BR):
[ A Filosofia da Liberdade ]
Terça-feira, 24 de Julho de 2007
A verdadeira “corrente do bem”
Quer mudar o Brasil e não sabe por onde começar? Eu tenho uma sugestão. Diga a todos os teus amigos e conhecidos que puder as idéias contidas nestes dois parágrafos:
(…) O princípio da Produtividade, derivado claramente da natureza humana e de fatos simples sobre a realidade, desbanca uma das mais abraçadas e ferozmente defendidas idéias da atualidade: a “Justiça Social”, ou a idéia de que a desigualdade de riqueza é, de alguma forma, injusta. Esta tese se fundamenta na idéia equivocada de que a natureza dá algo ao homem de graça, e que cada um tem direito “à sua parte”.
Na realidade toda riqueza tem de ser produzida. Como a capacidade e vontade de produzir diferem entre as pessoas, é mera conseqüência dos fatos da realidade que haja desigualdade de riqueza. É justo que haja desigualdade de riqueza. A chamada “Justiça Social” é uma injustiça real, por desassociar as ações das pessoas das conseqüências delas. A conseqüência de produzir é ter. A conseqüência de não produzir é não ter. Fazer “Justiça Social” é fazer ter aquele que não produz, fazendo não ter aquele que produziu. (…)
…e, utilizando fatos e bons argumentos, convença-os disso (isto é mais difícil do que simplesmente dizer, pois requer o mínimo de educação que pode ser obtida através de bons livros).
O dia em que a maioria dos universitários e educadores dominarem estes conhecimentos tão elementares, baseados apenas na percepção da realidade e não em construções mentais delirantes, será o primeiro dia de um país mais rico, próspero e desenvolvido.
Leia o artigo completo em O Capitalista: [ Produtividade em Sociedade ]
Segunda-feira, 23 de Julho de 2007
O grito de Guilherme
Era uma vez um filme chamado “Tambores distantes” (Distant Drums, 1951), e nele havia uma cena em que um soldado era mordido por um crocodilo. Para esta cena, foi necessária a gravação adicional de um grito que seria colocada na edição de som feita após a filmagem dela. Um ator foi então encarregado de gravar tal grito. A gravação consistiu em uma sessão de onde alguns dos melhores gritos foram gravados e guardados para serem usados mais tarde na edição. Um deles foi o escolhido, saiu na edição final de “Tambores distantes”, e ele e os demais ficaram guardados na biblioteca do estúdio de som para possivelmente serem usados em outros filmes.
Então surgiu um filme chamado “The charge at Feather River“ (1953), e nele havia um personagem chamado Wilhelm que, montado em um cavalo, levaria uma flechada de um índio. Foi preciso usar novamente um grito para expressar a agonia de Wilhelm, e eis que o mesmo que foi utilizado em “Tambores distantes” reapareceu.
Foi assim, por causa do personagem de “The charge at Feather River”, que o grito utilizado passou a ser intitulado “Wilhelm scream” (“grito de Wilhelm”). Pouco tempo depois, o mesmíssimo grito foi reutilizado em alguns outros filmes do mesmo estúdio, sem isto significar grande coisa até então (todos estes filmes poderiam estar sendo esquecidos hoje em dia não fosse este famigerado grito).
Eis que em 1977 surge um certo George Lucas e sua louca proposta de filme de aventuras intergaláticas chamado “Star Wars“. O designer de som Ben Burtt é encarregado de gerar os efeitos sonoros da película, e é ele o autor de vários efeitos que se tornariam clássicos tempos depois, como a respiração de Darth Vader e os ruídos dos sabres de luz. Ben Burtt, então, resolve fazer um “tributo” em uma das cenas e adiciona o “grito de Wilhelm” como efeito sonoro durante a queda de um soldado imperial. A brincadeira é repetida em alguns outros filmes da Lucas Arts, e terminaria por virar uma espécie de “assinatura sonora” em diversos filmes.
Acontece que mais outros designers de som gostaram bastante da “brincadeira”, e resolveram utilizar o mesmo efeito sonoro em diversos outros filmes de Hollywood (uma verdadeira “piada interna” de designers de som). Quem assiste aos filmes curiosamente não percebe que o mesmo efeito sonoro é tão reutilizado, provavelmente por estar sobreposto aos diversos outros efeitos deles.
Segundo o IMDB, o “grito de Wilhelm” foi reutilizado em mais de duzentos filmes, e normalmente consta como sendo uma curiosidade (“trivia”) de cada. O video a seguir mostra uma pequena compilação de cenas de filmes onde o “grito de Wilhelm” foi utilizado.
[ The Wilhelm Scream Compilation ]
Os cinéfilos mais fissurados de hoje em dia podem prestar bastante atenção ao verem um novo vídeo de ação. Quanto menos se espera, o famoso grito de um filme de mais de 50 anos atrás pode reaparecer e ser identificado para gerar aquela sensação indescritível de ter descoberto um “ovo de Páscoa”.
Veja mais sobre em: [ History of the Wilhelm Scream ]
Quinta-feira, 19 de Julho de 2007
A questão Animal
PERGUNTA SEM RESPOSTA: DEVEMOS USAR ANIMAIS EM PESQUISAS CIENTÍFICAS? [*]
“Não. E se só der para impedir à base de violência, então essa é uma solução justificável. Você nem precisa matar tantos pesquisadores. Para cada, 5, 10, 15 vidas humanas, poderemos salvar 1, 2, 10 milhões de vidas não humanas.” (Jerry Vlasak, médico americano e ativista contra o uso de animais em pesquisas)
“Sim. Os animais usados em pesquisas têm um tratamento médico melhor que grande parte dos seres humanos. Em geral, essa é uma questão em que as pessoas usam a emoção, e não a razão, para fazer seus argumentos.” (Miguel Nicolelis, neurocientista brasileiro da Universidade Duke)
“Se você não pode fazer esse tipo de experimentação, ninguém mais vai tomar vacina, por exemplo. Sem os testes com animais, como é que você vai vacinar alguém se não sabe como é que o medicamento funciona?” (Carlos Muller, coordenador do Centro de Experimentação Animal do Instituto Oswaldo Cruz, em São Paulo)
“Temo que se dê pouca importância ao sofrimento dos animais, e ficaria contente com alguma lei contra essa desumanidade. Mas sei que a fisiologia não teria avançado se não fossem experimentos com animais vivos. E quem retarda esse progresso comete um crime.” (Charles Darwin, ele mesmo: o inglês que deu à luz a teoria da Evolução)
(TAVARES, Ingrid; Seção da Revista Superinteressante publicada em Junho de 2006)
[*] grifos e sublinhados de minha autoria.
A pergunta é “sem resposta” só por que a revista Superinteressante quer. As pessoas consultadas pareciam saber muito bem das respostas. No entanto, afinal, quem estará com a razão?
Segunda-feira, 16 de Julho de 2007
A Honestidade
“A Honestidade é o princípio de sempre lidar com a realidade como ela é”.
Muita gente se considera honesto, mas pouca gente sabe o que realmente significa Honestidade. Por isso, recomendo fortemente a leitura desta “trilogia” de artigos sobre Honestidade no EXCELENTE weblog “O Capitalista“: [ O princípio da Honestidade ] [ Honestidade em sociedade ] [ Honestidade e privacidade ]
“(…) O ser humano existe imerso na realidade e o mundo físico é o contexto em que ele atua. Se o pensamento é sua ferramenta de sobrevivência, é essencial que se esteja pensando e decidindo com base no que é real. A construção de argumentos lógicos e o raciocínio analítico só contribuem à vida quando são aplicados a fatos reais. A Razão é a faculdade de identificar os fatos da realidade.
O exercício da razão engloba desde identificações simples do que é perceptível e evidente, tal como o fato de que o céu é azul, até identificações envolvendo abstrações de altíssima ordem, que por sua vez dependem de inúmeras abstrações e identificações precedentes e do exercício rigoroso da não-contradição. (…)”
“(…) A Honestidade é o princípio de sempre lidar com a realidade como ela é, o que é essencial ao tentar mudá-la. Em sua raiz está o fato de que não pensar sobre alguma coisa ou fingir que ela não existe não muda os fatos. Violar o princípio da honestidade significa tentar mudar a realidade pela simples vontade. (…)”
“(…) O princípio da Honestidade estabelece que, para viver de acordo com sua natureza, o homem precisa lidar com a realidade como ela realmente é. Fantasias, desejos, intuição, esperança não são base para tomar decisões eficazes na realidade – decisões e ações eficazes são baseadas em fatos. O mesmo se aplica à vida em sociedade. (…)”
“(…) Se é preciso lidar com os outros através da verdade, é preciso contar a todos tudo sobre si? É preciso dar todos os detalhes sobre sua vida pessoal a seu chefe e seus colegas de trabalho? É preciso contar a todos seus amigos atuais os mínimos detalhes sobre seu passado? (…)”
Segunda-feira, 9 de Julho de 2007
Marxismo: segundo a Folha de S. Paulo, uma “maravilha”
Semana passada a Folha de São Paulo realizou uma enquete com os leitores para eleger as “sete maravilhas” de diversas áreas, entre elas Cidades, Cinema, Web, Literatura, Filosofia, Ciência e Arte.
Para minha surpresa, eis as opções que haviam para o item “Ciência”:

Pra começo de conversa, as únicas opções que se legitimam como Ciências são justamente os dois itens mais votados: “A descoberta da estrutura molecular do DNA” e “A teoria da relatividade e a mecânica quântica” (qual o sentido em “a ciência como atividade social e humana”? de qual “revolução da física do século 19″ eles falam especificamente? Enfim, não é o cerne da questão aqui).
Bom. Onde quero chegar, vocês já devem ter se dado conta: o completo ABSURDO da “teoria social e econômica de Marx” entre as alternativas. Primeiro, por que como Ciência essa “teoria” não vale nada: ao longo de quase 150 anos nunca comprovou-se na prática, nunca suas experiências foram reprodutíveis conforme o que se esperava, logo, não se trata de uma teoria científica.
Em segundo, e o pior de tudo, considerar essa “teoria” como uma “maravilha” (sendo que ela foi responsável pelo genocídio de 150 milhões de pessoas) é uma completa inversão de valores, uma total calamidade — exatamente o mesmo que colocar o genocídio nazista no altar das “maravilhas” da História Contemporânea.
Enfim, fica este episódio como prova de que a Folha, assim como praticamente toda a imprensa brasileira, idolatra descaradamente o marxismo e que realmente não dá pra ler.
…
Já que estou falando em imprensa e em comunismo, vejam só a notícia que classifico no rol de “coisas que o George W. Bush faz que estranhamente são pouco noticiadas no Brasil”:
[ Monumento em homenagem às vítimas do comunismo inaugurado nos EUA ]
Extraído do Midia Sem Máscara:
O Presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, presidiu a inauguração de um novo monumento em Washington dedicado às vítimas do comunismo, oportunidade em que comparou a Guerra Fria à atual “guerra contra o terrorismo”. O lugar escolhido para o monumento é muito central e visível, a pouca distância do Capitólio.
Desta maneira, o presidente dos Estados Unidos lembra em Washington, que não possuía nenhum monumento deste registro, “as vítimas do comunismo que ceifou a vida de mais de 100 milhões de homens, mulheres e crianças inocentes”. O presidente Bush assegurou que “nunca saberemos os nomes de todos os que pereceram, porém, nesta praça sagrada as vítimas desconhecidas do comunismo estarão consagradas para a história e serão lembradas para sempre…”.
“Dedicamos este memorial porque temos a obrigação com aqueles que morreram, para o reconhecimento de suas vidas e a honra em sua memória”. Ante a estátua inaugurada, o presidente comparou o comunismo com a atual praga internacional, o terrorismo, de maneira que assegurou que “do mesmo modo que os comunistas, os seguidores da violência radical islâmica estão condenados a fracassar”, disse Bush, que comparou repetidas vezes os islamistas extremistas com os nazistas e os comunistas soviéticos.
Além disso, o presidente norte-americano acrescentou que se manterá firme na causa da liberdade para assegurar-se de que “um futuro presidente norte-americano não tenha que parar em um lugar como este e dedicar um monumento aos milhões de assassinados por radicais e extremistas no século XXI”.
A estátua foi elaborada seguindo o modelo da “Deusa da Democracia” de papel maché que foi levantada pelos manifestantes na Praça de Tianamen há 18 anos.
Alguns extratos do Último Segundo:
(…) “Não podemos permitir que as atrocidades de Lenin, Stalin, Mao e Castro desapareçam na história”, disseram.
A fundação defende que o “holocausto comunista” teve um número de vítimas que “supera todas as guerras do século XX juntas”.
“Enquanto as vítimas do nazismo são bem conhecidas, quem sabe que a União Soviética assassinou 20 milhões de pessoas? Quem sabe que os ditadores chineses massacraram 60 milhões?”, perguntou a Fundação para o Monumento das Vítimas do Comunismo. (…)
Alguém viu isso no Jornal Nacional?
Sexta-feira, 6 de Julho de 2007
A estreita ligação entre os “ismos” (comun/social/coletiv/marx) e a ecologia/ambientalismo
Extraído do The Great Global Warming Swindle:
(…) A outra razão pela qual o extremismo ambiental emergiu foi pelo colapso do comunismo. O muro caiu, e muitos pacifistas e ativistas políticos passaram ao movimento ambientalista, trazendo o neo-marxismo consigo e aprenderam a usar a linguagem ecologista de uma forma inteligente para estabelecer agendas que na realidade têm mais a ver com o anti-capitalismo e a anti-globalização que com qualquer tema ecológico ou científico.
A esquerda foi instantaneamente desorientada pelo falho manifesto do socialismo e de fato o marxismo-comunismo como se tentou, e por eles permanecerem como anti-capitalistas porque eles têm que encontrar novas pessoas para esse anti-capitalismo. E era uma espécie de aliança surpreendente, desde Margaret Thatcher na direita até aos ambientalistas anti-capitalistas da esquerda. Isso criou esta espécie de “momentum” sustentado numa idéia estúpida. (…)
Verdes por fora, vermelhos por dentro? Veja e ouça mais “verdades inconvenientes” nesta parte do documentário The Great Global Warming Swindle (apenas pouco mais de 6 minutos).
Uncle Scrooge McDuck[*]
“(…) Barks faz uma defesa aberta do capitalismo e a denúncia de todo sistema político que “tenta fazer a todos exatamente iguais”, que é a filosofia marxista da igualdade em todas as coisas. A igualdade sob a lei é boa, mas a igualdade real na riqueza ou na natureza simplesmente não funciona. Patinhas ao mesmo tempo é moralmente justo e explora as pessoas (tais como seu sobrinho Donald, a 30 centavos por hora) para acumular sua fortuna. Patinhas McPatinhas é um capitalista nobre, da forma como Barks o concebeu. Outros quadrinistas geralmente não capturam os nuances da moralidade e da ética de Patinhas. (…)” (Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Tio_Patinhas)
Sempre admirei o Tio Patinhas. 
[*] nome original do personagem em inglês.

rei nada ::: um weblog editado por Marcos Ludwig.
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embora seja considerada um ato ético e de boa educação. ;-) ]
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