rei nada
::: um weblog editado por
::: Marcos Ludwig

www.sentinelas.org/reinada

Contato:
[ email/MSN/GTalk ] - [ Orkut ]

Sindicância:
Feedburner

[ Links ]
Informática e Tecnologia:
BABOO
Blogs do BABOO
Driver Entry
Ed Bott's Microsoft Report
Fabio Galuppo's House of Code
Folha Online - Informática
George Ou
IDG Now!
Jeff Jones CSO blog
Jeff Jones Security Blog
Miguel de Icaza
OSNews
Porta 25
Segurança na Microsoft
Software Seguro
The Security Development Lifecycle
Windows @ Brasil
Zune Insider

Política, Economia, Filosofia e Ética:
Ação Humana
Blog do Angueth
Conde Loppeux de la Villanueva
Conservapedia
Instituto Ludwig von Mises Brasil
Julio Severo
Ludwig von Mises Institute
Mídia Sem Máscara
Nadando contra a maré vermelha
O Capitalista
O Idiota Latino Americano
Olavo de Carvalho
Rodrigo Constantino
True Outspeak (podcast)

Ciência:
Folha Online - Ciência
Glúon /blog

Cinema, Música e Variedades:
IMDB
Omelete
Terra - Cinema & DVD

Amigos:
A ilusão é o começo de todos os prazeres
É, quase isso...
Cesar Mello's Homepage!
Circa Mea Pectora
Crônicas Atípicas
d2u2
Fuzznoise
Maçã Mordida Fora da Geladeira
oitocinco
psico-pensamentos
randomicidades
toda força que aciona prejudica
Vícios, ressacas, delírios e outras mentiras
Verborragia sem concessões
Virtude & Ação

The Perry Bible Fellowship

Meu del.icio.us

Quinta-feira, 15 de Maio de 2008
Sábios ignorantes

George Gilder

O novo livro de David Berlinsky descreve como a ciência tem se tornado atualmente a religião dominante da intelligentsia. O nome mais adequado a essa nova religião - que se baseia no ateísmo e no materialismo - é “cientificismo”, pois suas alegações religiosas ultrapassam muito seu conteúdo científico. [1]

O cientificismo reflete a tendência dos cientistas de se tornarem o que Ortega y Gasset chamou de “bárbaros da especialização”. O saber muito sobre uma só coisa lhes dá a confiança de pontificar sobre outros assuntos nos quais suas especialidades são irrelevantes, ou de inflar seus pequenos remendos de especialização na direção de “grandes teorias unificadas”.[2] Sabendo cada vez mais sobre cada vez menos, eles finalmente ascendem aos canais de TV, tagarelando sobre qualquer coisa e sobre todas as coisas. George Clooney ou Carl Sagan, Al Gore ou James Watson - atores, políticos, cientistas - quem os consegue distinguir, no seu balbuciar de relativismo moral e escatologia anticapitalista?

A ideologia superficial desse tipo de gente é o alvo do livro de Berlinsky. Um Ph.D. de Princeton, judeu secular, ex-fellow do Institute de Hautes Etudes Scientifiques in France - agora membro do Discovery Institute, fundado por mim - Berlinski domina uma gama de disciplinas científicas e filosóficas que o projetam muito além do campo dos bárbaros orteguianos. Autor polivalente de cintilantes obras em matemática e lógica, ele tem escrito, nos últimos anos, incandescentes ensaios em biologia, física, psicologia e matemática na revista Commentary que têm provocado uma enxurrada de respostas embasbacadas na seção de cartas (As respostas de Berlinsky são criminosamente letais).

The Devil´s Delusion (algo como O Delírio do Demônio) é um trabalho incendiário e ruidoso de polêmica erudita, único em sua sofisticação e autoridade científica. Em vez de criticar a ciência desde fora, Berlinsky condena seu ateísmo desde dentro. Recusando-se a ceder ante as credenciais do cientificismo, ele argumenta incisivamente que o fetiche anti-Deus da ciência moderna tem levado muitos cientistas à loucura do niilismo, o que também prejudica seu trabalho científico.[3]

Detalhando o registro de massacres horrendos cometidos por agressivos ateus durante o século XX, Berlinsky observa “o que qualquer um capaz de ler as fontes alemãs já sabia: uma sinistra corrente de influência corre desde a teoria da evolução de Darwin até a política de extermínio de Hitler”. Um argumento implícito fundamenta todos esses horrores: (A) “Se Deus não existe, então tudo é permitido”; (B) “Se a ciência é verdadeira, então Deus não existe”; (C) “Se a ciência é verdadeira, então tudo é permitido”. Como mostra Berlinsky, essas proposições levaram previsivelmente (Dostoevsky e Nietzsche previram isso, afinal) ao Holocausto.[4]

Ao contrário, nota Berlinski, Christopher Hitchens (God Is Not Great[5]) parece por a culpa dos excessos de Hitler no Vaticano, e Sam Harris (Letter to a Christian Nation[6]) chega quase a culpar os judeus por esses excessos: Harris acusa “sua [dos judeus] recusa em assimilar (e) sua cultura religiosa (que é) tão desagregadora … e conflitante com as percepções civilizadoras da modernidade quanto qualquer outra religião.” Para Sam Harris, em Santa Bárbara, “percepções civilizadoras da modernidade” são evidentes nas praias repletas de palmeiras, nos cafés e teatros locais e no doce aroma do iluminismo que impregna o ar refrescante, mas Berlinsky, com razão, pergunta-se se homens que usam o ateísmo para atenuar o anti-semitismo pode servir de guia confiável para influências civilizadoras.

Depois de demonstrar a obtusidade moral da ciência atéia, The Devil´s Delusion prossegue criticando suas limitações debilitantes mesmo como meio explicativo da realidade física. Ignorando a estrutura hierárquica do universo, com o conceito precedendo o concreto, o algoritmo precedendo o computador, a palavra DNA precedendo a carne, e a teoria precedendo o experimento, a ciência tem cegado a si própria para o indispensável papel da fé para todos os tipos de conhecimento. Na visão de Berlinsky, há um ponto de convergência crucial entre as leis físicas e as leis morais: “Em ambos os casos não sabemos porque as leis são verdadeiras mas podemos sentir que a questão esconde um profundo mistério.” A ciência, como assevera Berlinsky, “está, em todas a áreas, saturadas de fé.”

A fé que é necessária ao trabalho científico, contudo, está corrompida por um ateísmo complacente que afasta a ciência da realidade de suas próprias e necessárias suposições religiosas e hierárquicas. A ciência não abriga, de forma alguma, a idéia de “como o mundo ordenado física, moral, mental, estética e socialmente em que vivemos pode ter surgido da efervescente anarquia do mundo das partículas sub-atômicas.” O chamado “modelo padrão” parece suprir “tantas partículas elementares quando os fundos de pesquisa aplicados para encontrá-las”, ao mesmo tempo em que oferece escasso apoio à suposição reducionista de que o mundo é mais bem compreendido pelo processo de atomização cada vez mais agudo.

Além do reducionismo, a ciência oferece pelo menos 7 teorias incompatíveis sobre a realidade: a teoria quântica, focalizada em elementos sub-atômicos; a teoria da relatividade, abarcando todo o universo; a teoria das cordas, que procura a grande unificação em infinitésimos multidimensionais; a termodinâmica, com sua seta do tempo e a declinante entropia; a evolução, com sua grandiosa ascensão materialista; a biologia molecular, com seus códigos genéticos descendentes; e o conceito de entrelaçamento macro-quântico, que liga entidades quânticas espalhadas pelo cosmos além do espaço e tempo convencionais. Cada teoria oferece impressionantes insigths a respeito de alguns domínios limitados, mas fracassa em harmonizá-los com as regiões vizinhas.

Erodindo a coerência de todo o conjunto está o caráter autodestrutivo do materialismo subjacente: uma teoria que nega a significância das teorias e dos teoristas. Refutando prontamente a si mesma está a idéia de que idéias são meros epifenômenos de sistemas físicos (cérebros) que se formam a partir de processos aleatórios.

Todos os sistemas físicos incompatíveis da ciência moderna repousam, em última análise, sobre a lógica matemática. Assim, a descoberta matemática mais importante do século XX fez picadinhos de todo o materialismo ateísta: a inexorável incompletude gödeliana da matemática. Tal como Kurt Gödel, Alan Turing, Alonzo Church e Gregory Chaitin provaram que a lógica matemática, seja expressa em termos de algoritmos computacionais, seja em termos de equações diferenciais, se fundamenta, em última análise, em premissas externas a si mesma. Em outras palavras, a fé é importantíssima para a lógica matemática e para a lógica computacional, que são, por sua vez, esquemas conceituais abstratos de nenhuma forma redutíveis ao dogma materialista.

Para aparentemente desviar a atenção desse vergonhoso paradoxo do ateísmo, alguns cientistas têm se agarrado a um conjunto de risíveis quimeras. Richard Dawkins, por exemplo, aceita a idéia de um “megaverso”, uma estupenda “Paisagem” de infinitos universos paralelos que explicaria as absurdas improbabilidades do materialismo darwinista, pela suposição de que nosso próprio universo é apenas um de um arranjo infinito. Como comentou o físico Leonard Susskind: “Os físicos e cosmologistas estão começando a considerar nossos 10 bilhões de anos luz como algo infinitesimal que é parte de um megaverso estupendo.” O Prêmio Nobel Steven Weinberg resume o argumento, numa transparente tautologia disfarçada de ciência: “Qualquer cientista que estuda a natureza deve viver numa parte da paisagem onde os parâmetros físicos assumem valores adequados para o aparecimento da vida e sua evolução, até o surgimento de cientistas.” Os outros parâmetros são supostamente válidos nos outros universos que não abrigam vida.

Contrária a qualquer evidência empírica, sem nenhum apoio lógico e contra o senso comum, essa estupenda circularidade é chamada de Princípio Antrópico e é considerada uma explicação superior à idéia de Deus. Tal como Dawkins afirma: “É melhor muitos universos do que um deus.” Berlinsky conclui que a preferência de Dawkins pela “Paisagem e pelo Princípio Antrópico representa o relativismo moral aplicado à Física.”

Para evitar o fracasso da infiniversal “Paisagem”, Dawkins termina com o que ele chama de “artimanha final do Boeing 747″. Berlinsky explica tanto a decolagem como a queda:

“O apelo ao Boeing 747 tem o objetivo de evocar um sarcasmo jocoso atribuído ao astrofísico Fred Hoyle. A emergência espontânea da vida na terra, observou Hoyle, é tão provável quanto o é a construção de um Boeing 747 pela ação de um tornado que atingisse um ferro velho. Apesar de ser ateu, Hoyle era cético a respeito da teoria da evolução de Darwin … Como a metáfora do ferro velho expressa com rara economia a impossibilidade do aparecimento espontâneo da vida - essa impossibilidade é aparente em virtualmente qualquer tentativa de cálculo - isso tem sido um constante aborrecimento para Dawkins. Mas Dawkins afirma que se um tornado não pode criar vida, então Deus não pode ter criado o Universo … A artimanha final do Boeing 747, escreve Dawkins, ’se aproxima de uma prova de que Deus não existe’. Vocês entenderam?”

Como tais absurdas circularidades são cridas e respeitadas por pessoas sérias? Berlinsky conclui que “a disposição dos físicos de explorarem, em pensamento, tais estratégias devem sugerir a um psicanalista perspicaz não tanto um desejo de descobrir uma nova, mas a de evitar, uma velha idéia.” Mas a idéia de um Deus num universo hierárquico é essencial ao pensamento coerente ou para uma cultura edificante de qualquer tipo. Uma cultura que não aspira ao divino, se torna obcecada com a fascinação do mal, desvairando-se em frivolidades, na depravação e no bestial. Sem o sentido de transcendência, a ciência acaba perseguindo o reducionismo trivial, da próxima partícula ou dimensão da corda ao, cada vez mais obscuro, argumento para a animalidade do homem ou para a infinitesimalidade do universo.

A comunidade científica permanece inconsciente desses problemas principalmente por causa de sua estreiteza de horizontes de sua atitude defensiva, protegida pela insignificância da “revisão pelos pares” e pela imunidade à crítica desde fora. “A ciência alega que não necessita de crítica por ser supremamente autocrítica,” escreve Berlinsky. “Um sistema assim concebido sempre trabalha para a satisfação de quem o concebeu”.

O público tende a concordar com isso por causa da alegada relação entre a ciência moderna e a engenharia e a tecnologia. Voltemos então ao 747. Dawkins e seu aliado, Daniel Dennett, declaram que não existem crentes devotos em aviões. Qualquer um que viaje pelo ar, eles dizem, confia sua vida à validade e confiabilidade da ciência moderna. Poucos viajantes encontrariam consolo se, olhando de relance para a cabine dos pilotos, eles os vissem rezando em vez de observando os instrumentos.

Por se basearem no design inteligente e na engenharia “top-down”, contudo, os cientistas que possibilitaram a existência dos aviões não têm nada em comum como o materialismo ateu e o relativismo moral de Dawkins e Dennett. As equações de Navier-Stokes, a ciência dos materiais, a física de estado sólido, a química molecular, o projeto de computadores, dentre uma lista de disciplinas realmente científicas, são expressões não de um processo aleatório “bottom-up”, mas de um planejamento hierárquico em que as idéias e esquemas precedem sua construção física. Na maior parte da história da ciência, de Michael Faraday a Enrico Fermi, seus protagonistas eram mestres da tecnologia do seu tempo. Eles construíam os dispositivos que testavam seus conceitos e estruturavam suas teorias. A ciência e a engenharia são disciplinas cognatas.

Começando com Einstein, contudo, os cientistas alcançaram um papel de gurus filosóficos e profetas teológicos. Somente Einstein e Richard Feynman foram capazes de cumprir sua missão. À procura de grandes teorias, essencialmente teologias, que pudessem unificar todos os esquemas conflitantes da física, mesmo Einstein e Feynman chegaram a reconhecer a futilidade dessa busca. Mas seus sucessores continuaram a busca em círculos tautológicos cada vez menores, chegando, ao final, nos círculos darwinianos da sobrevivência dos mais aptos como a explicação de tudo. Concretizando as abstrações matemáticas e forçando suas equações a extremos que não podem ser sustentados num universo gödeliano, as grandes teorias científicas perderam todo o contato com os fundamentos da realidade da engenharia.

The Devil’s Delusion é um trabalho prometéico que remove os escombros da ciência e cultura modernas. Ele liberta o conservadorismo de sua escravidão a um cientificismo espúrio e estabelece os fundamentos para o realinhamento dos verdadeiros cientistas, dentre os quais há muitos amigos potenciais. Bill Buckley, em seus últimos dias, declarou: “O livro de Berlinsky é todo ele atraente: é dogmático, profundo, brilhantemente polêmico, divertido, e claro, vastamente erudito. Eu o parabenizo por isso.” Buckley estava certo, como sempre. É o livro definitivo do novo milênio.

© 2008 by National Review, Inc., 215 Lexington Avenue, New York, NY 10016
_________________________________________________________________
[1] Traduzido por Antônio Emílio Angueth de Araújo. A publicação deste artigo, neste blog, têm a permissão da National Review. O artigo foi publicado na edição de 5 de maio de 2008. (Nota do autor deste blog)

[2] O trecho de La Rebelión de las Masas a que se refere o autor é: “Pero esto crea una casta de hombres sobremanera extraños. El investigador que ha descubierto un nuevo hecho de la naturaleza tiene por fuerza que sentir una impresión de dominio y seguridad en su persona. Con cierta aparente justicia, se considerará como ‘un hombre que sabe’. Y, en efecto, en él se da un pedazo de algo que junto con otros pedazos no existentes en él constituyen verdaderamente el saber. Ésta es la situación íntima del especialista, que en los primeros años de este siglo ha llegado a su más frenética exageración. El especialista “sabe” muy bien su mínimo rincón de universo; pero ignora de raíz todo el resto. He aquí un precioso ejemplar de este extraño hombre nuevo que he intentado, por una y otra de sus vertientes y haces, definir. He dicho que era una configuración humana sin par en toda la historia. El especialista nos sirve para concretar enérgicamente la especie y hacernos ver todo el radicalismo de su novedad. Porque antes los hombres podían dividirse, sencillamente, en sabios e ignorantes, en más o menos sabios y más o menos ignorantes. Pero el especialista no puede ser subsumido bajo ninguna de esas dos categorías. No es un sabio, porque ignora formalmente cuanto no entra en su especialidad; pero tampoco es un ignorante, porque es aún hombre de ciencia y conoce muy bien su porciúncula de universo! Habremos de decir que es un sabio ignorante, cosa sobremanera grave, pues significa que es un señor el cual se comportará en todas las cuestiones que ignora, no como un ignorante, sino con toda la petulancia de quien en su cuestión especial es un sabio.” (N. do T.)

[3] Que o afastamento de Deus nos leva à loucura é um tema recorrente em toda a tradição católica, a começar pela Escritura Sagrada. O livro Sabedoria afirma que foi a loucura que fez com que “pelos bens visíveis não chegaram a conhecer aquele que é, nem considerando as suas obras, reconheceram quem era o Artífice.” (Sb 13,1). Quem queira algo mais extenso não pode deixar de ler a encíclica de Leão XIII intitulada Aeterni Patris. (N. do T.)

[4] Apenas para fazer justiça, não podemos esquecer de Victor Frankl que disse essas eloqüentes palavras: “Não foram apenas alguns ministérios de Berlim que inventaram as câmaras de gás de Maidanek, Auschwitz, Treblinka: elas foram preparadas nos escritórios e salas de aula de cientistas e filósofos niilistas, entre os quais se contavam e contam alguns pensadores anglo-saxônicos laureados com o Prêmio Nobel. É que, se a vida humana não passa do insignificante produto acidental de umas moléculas de proteína, pouco importa que um psicopata seja eliminado como inútil e que ao psicopata se acrescentem mais uns quantos povos inferiores: tudo isto não é senão raciocínio lógico e conseqüente.” Em “Rorty e os Animais”, O Imbecil Coletivo, de Olavo de Carvalho, nota 1. (N. do T.)

[5] Deus Não É Grande, Ediouro, 2007 (N. do T.)

[6] Carta a uma Nação Cristã, Companhia das Letras, 2007. (N. do T.)

[ postado às 01:05:53 ] - [ comente isto ]

Sexta-feira, 9 de Maio de 2008
Comissão rejeita descriminalização dos assassinatos de bebês consentidos por seus pais

Link da boa notícia:
[ http://www2.camara.gov.br/… ]

Os bebês do Brasil agradecem!

Alguém estava sabendo que isto poderia ser aprovado?

Lembrem-se:
1. Todo indivíduo humano deve ter direito à Vida (e à Liberdade e à Propriedade);
2. Já é cientificamente reconhecido que a Vida começa na concepção;
3. Ao interromper uma gravidez indesejada, a mulher não está exercendo um direito próprio, mas violando o direito à Vida de outro indivíduo;
4. Existe uma cadeia de decisões individuais que levam à geração de uma nova vida humana. Seres humanos não são animais descontrolados e irracionais: as consequências dos atos de cada um devem ser levados em conta na hora de decidir por fazê-los. Isso se chama Responsabilidade.

[ postado às 01:05:42 ] - [ comente isto ]

Quinta-feira, 8 de Maio de 2008
Satélite prevê 23 anos de Esfriamento Global

“Now it’s not just the sunspots that predict a 23-year global cooling. The new Jason oceanographic satellite shows that 2007 was a “cool” La Nina year—but Jason also says something more important is at work: The much larger and more persistent Pacific Decadal Oscillation (PDO) has turned into its cool phase, telling us to expect moderately lower global temperatures until 2030 or so.

For the past century at least, global temperatures have tended to mirror the 20-to 30-year warmings and coolings of the north-central Pacific Ocean. We don’t know just why, but the pattern of the last century is clear: the earth warmed from about 1915 to 1940, while the PDO was also warming (1925 to 46). The earth cooled from 1940 to 1975, while the PDO was cooling (1946 to 1977). The strong global warming from 1976 to 1998 was accompanied by a strong and almost-constant warming of the north-central Pacific. Ancient tree rings in Baja California and Mexico show there have been 11 such PDO shifts since 1650, averaging 23 years on length. […]”

Leia a notícia completa:
http://canadafreepress.com/index.php/article/2871 ]

[ postado às 22:05:43 ] - [ comente isto ]

Quinta-feira, 24 de Abril de 2008
“Dia da Terra”? Ou seria “Dia dos Enterros”? (tradução)

Nota do autor deste blog: Resolvi traduzir um texto que me foi enviado e publicar por aqui, para que ele tenha mais alcance nos países de língua portuguesa. Espero que gostem!


Conseqüências globais não intencionais [Diane Katz] [1]

Que época melhor do que o Dia da Terra para refletir sobre algumas das calamidades que nós humanos temos presenciado acerca do meio-ambiente e de nós mesmos. Seria bom lembrar que até mesmo a melhor das intenções pode revelar-se mortal, quando, na nossa preocupação com precaução, deixamos de contemplar as consequências imprevistas de nossos atos.

Milhões de hectares de florestas tropicais estão rapidamente desaparecendo na América do Sul, na Ásia e noutros lugares assim que fazendeiros conseguem limpar os terrenos para o cultivo. Entre os culpados está o subsídio governamental do etanol à base de milho - um suposto antídoto para as alterações climáticas. US$ 5 bilhões de dólares em subsídios são esperados para este ano, que está levando agricultores americanos a dedicar mais terreno para milho no lugar da soja. Por conseguinte, suas contrapartes em todo o mundo estão limpando a superfície para capitalizar maiores preços para as culturas deslocadas.

A cada 30 segundos, uma criança em alguma parte do mundo morre de malária, de acordo com a Organização Mundial de Saúde. Embora seja um tanto evitável e tratável, a doença consome com mais de um milhão de vidas por ano. O principal meio de prevenção é o controle dos mosquitos transmissores da doença. De 12 pesticidas recomendados, o DDT (dicloro-difenil-tricloroetano) é o mais reconhecido amplamente como sendo eficiente. Mas as alegações errôneas sobre a toxicidade do DDT no livro de Rachel Carson Silent Spring levou, em 1972, a Agência de Proteção Ambiental americana a proibir o pesticida, precipitando a suspensão de pulverização em dezenas de países — e as mortes de dezenas de milhões de pessoas.

Dezenas de milhares de motoristas e passageiros têm perecido em colisões por causa das normas de economia de combustível. Especificamente, os mandatos governamentais para melhorar a eficiência do combustível levaram fabricantes de automóveis a produzir carros pequenos com materiais mais leves como plástico, alumínio e fibra de vidro. Mas uma redução de 230 kg no peso do veículo aumentam as mortes em colisões entre 14 e 27 por cento anualmente, de acordo com a Universidade de Harvard e o Instituto Brookings, entre outros. Além disso, veículos com peso inferior a 1000 kg contabilizam duas vezes e meia mais vítimas mortais do que veículos utilitários esportivos pesando 2000 kg ou mais, de acordo com o Institute para Segurança nas Estradas.

Um surto de cólera na América Latina matou mais de 10 mil pessoas e deixou até um milhão de outras infectadas após o governo do Peru ter limitado a cloração das fontes de abastecimento público de água — como exigido pelo Greenpeace e outros ativistas ambientais. A guerra contra o cloro nos Estados Unidos foi estimulada pela Agência de Proteção Ambiental, que erroneamente associou a cloração da água com um aumento do risco de câncer.

Milhares de toneladas de maçãs foram deixadas a se degradarem e pomares foram perdidos para cumprir as recomendações de relatórios que Alar, um agente comum de amadurecimento da fruta, foi o mais potente causador de câncer composto no abastecimento familiar. O Conselho Americano de Ciência e Saúde posteriormente revelou que uma criança teria de beber 18 mil litros de sumo de maçã todos os dias para o resto de sua vida para consumir a mesma quantidade de Alar dados a ratos durante testes para o câncer.

Além destes erros trágicos, louváveis progressos foram feitos na melhoria da qualidade ambiental. Mas não basta simplesmente dizer que junto do bom vem o ruim. Os erros de cálculos que custaram tantas vidas eram totalmente previsíveis e totalmente evitáveis. O valor que nos oferecem neste Dia da Terra é como um lembrete para rejeitarmos fanatismos e procurarmos por uma boa ciência na política ambiental; para rejeitarmos o alarmismo e exigirmos fatos nos meios de comunicação, e para resistirmos à noção de que o controle governamental dos recursos naturais é necessariamente mais vantajoso do que o livre exercício dos direitos de propriedade e o direito comum de proteger as belezas naturais que nos são tão valiosas.

– Diane Katz é diretora de risco, ambiente, e estudos de política de energia no Instituto Fraser.

Notas:
[1] Tradução: Marcos Ludwig.
Artigo originalmente em inglês: Unintended Global Consequences, publicado em 22/04/2008 no blog Planet Gore do site National Review Online [ Leia o original aqui. ]

[ postado às 02:04:41 ] - [ comente isto ]

Quarta-feira, 16 de Abril de 2008
Por que todos os “intelectuais” do Brasil são esquerdistas?

Poder, Estado e o papel dos Intelectuais.

A única lei que qualquer ser humano pode ser legitimamente compelido a obedecer é simplesmente a lei da justiça. E a justiça não é uma coisa que é feita, ou que pode ser desfeita, ou alterada, por alguma autoridade humana. Ela é um princípio natural, inerente à natureza do homem e das coisas. É o princípio natural que determina o que é meu e o que é seu, qual é o direito ou a propriedade de um homem e qual é o direito ou a propriedade de outro homem. É, por assim dizer, a linha que a Natureza desenhou entre os direitos de um homem à pessoa e à propriedade e os direitos de outro homem à pessoa e à propriedade. Lysander Spooner

A ideologia sempre foi vital para a continuada existência do Estado, conforme atestado pelo uso sistemático de ideologia desde os antigos impérios orientais. O teor específico das ideologias tem obviamente mudado com o passar do tempo, de acordo com as mudanças das condições e culturas. Nos despotismos orientais, o imperador era freqüentemente sustentado pela Igreja sob o argumento de ele próprio ser divino; em nossa época mais profana, o argumento inclina-se mais para “o bem público” e o “bem estar geral”. Mas o propósito é sempre o mesmo: convencer o público de que o que o Estado faz não é, como alguém poderia pensar, crime em uma escala descomunal, mas uma coisa necessária e vital que deve ser apoiada e obedecida. A razão que faz com que esta ideologia seja tão vital para o Estado é que ele sempre depende, em essência, do apoio da maioria do povo.

Este apoio é obtido com o Estado sendo uma “democracia”, uma ditadura ou uma monarquia absolutista. Pois o apoio depende da disposição da maioria (e não, novamente, de todos os indivíduos) de acompanhar o sistema: de pagar os impostos, de ir sem muita reclamação lutar as guerras do Estado e de obedecer às regras e decretos do Estado. Este apoio não precisa ser um entusiasmo ativo para ser efetivo; ele pode muito bem ser também uma submissão passiva. Mas deve haver apoio. Pois se a maior parte do povo estivesse verdadeiramente convencida da ilegitimidade do Estado, se ela estivesse convencida que o Estado não é nada mais nada menos do que uma gangue de bandidos ampliada, então o Estado logo iria desmoronar e não iria receber um status e uma tolerância de existência diferentes do que os de qualquer outra gangue mafiosa.

A necessidade de o Estado empregar ideólogos é por conta disso; e é por conta disso a necessidade da antiga aliança do estado com a Intelligentsia, que trama a apologia ao poder do Estado (…) Adiciona-se a isto um controle praticamente total sobre o radio e a televisão — ou através do completo controle estatal, como em muitos países — ou, como nos Estados Unidos, pela nacionalização das ondas aéreas, e pelo poder de uma comissão federal de licenciar o direito das estações usarem estas freqüências e canais. Portanto, o Estado, pela sua própria natureza, tem que violar as leis morais usualmente aceitas que a maioria das pessoas respeita. Praticamente todas das pessoas estão de acordo quanto à injustiça e a criminalidade do assassinato e do roubo.

» Leia o artigo: A natureza do Estado, escrito por Murray Rothbard.

[ Artigo copiado com a devida permissão do blógue Ação Humana.
Fonte do original:
http://acao-humana.blogspot.com/… ]

Leia mais: O inimigo do Estado, Manual do “intelequitual” brasileiro.

[ postado às 01:04:26 ] - [ comente isto ]

Sábado, 5 de Abril de 2008
Epígrafes econômicas

Da mentalidade anticapitalista e a distribuição justa de riqueza:

“[…] As mesmas multidões que se elevaram a um padrão de vida decente graças ao capitalismo ignoram como o sistema funciona, e guardam sempre um fundo de inveja rancorosa baseado na crença de que a riqueza de uns é obtida à custa do empobrecimento de outros.

Ironicamente, essa crença é verdadeira no que diz respeito a todos os demais sistemas econômicos que já existiram no mundo - a comunidade agrária, o escravismo, o feudalismo e o socialismo. A diferença específica do capitalismo - e a única razão do seu sucesso - é que ele funciona precisamente ao contrário desses sistemas. É impossível um sujeito enriquecer por meio de investimento capitalista (mesmo puramente financeiro) sem espalhar riqueza pela sociedade em torno, mesmo que não queira fazê-lo. O capitalismo é em seu mecanismo mais íntimo um efeito multiplicador, que faz ‘justiça social’ por automatismo, e o faz melhor do que qualquer governo soi disant idealista e humanitário. […]” (Olavo de Carvalho, O fim de um petista americano)

***

Da divisão do trabalho e trocas voluntárias:

“Não é a abundância de dinheiro, mas a abundância de outros produtos, em geral, que facilita as vendas… O papel do dinheiro é apenas o de facilitar as trocas. Quando o processo de trocas se completa, descobre-se que produtos foram pagos com produtos.” (Jean-Baptiste Say)

[ postado às 02:04:16 ] - [ comente isto ]

Quinta-feira, 3 de Abril de 2008
“Olho de Tigre! Olho de Tigre!!!”

Rocky

Há filmes que contrariam a vontade dos figurões do socialismo internacional e retratam o indivíduo como responsável pelo seu próprio destino, minimizando os papéis dos “órgãos reguladores” e “programas sociais” coletivistas, paternalistas e totalitários. Enquanto num mundo livre as pessoas teriam assegurada sua liberdade de buscar a felicidade, num estado socialista estará assegurada a infelicidade de todos (exceto a camarilha que está no poder).

Em 1976, o Sylvester Stallone criou e atuou no clássico “Rocky“, que ganhou prêmio de melhor filme.

“Rocky” simbolizou mais do que um mero pugilista simplório. O que seu filme celebrava era o triunfo do espírito humano e da iniciativa individual contra todas as condições adversas. E é justamente isso que enerva os esquerdistas. Muitos deles não conseguem conter a raiva e o profundo desprezo pelo filme. […]

Continue lendo este ótimo artigo: Por que os esquerdistas odeiam o Rocky Balboa?



[ aqui para assinantes do feed ]

[ postado às 01:04:56 ] - [ comente isto ]

Terça-feira, 1 de Abril de 2008
Grupo Capote

3.021 execuções scrobbled na Last.fm

O conjunto musical brasileiro Grupo Capote esteve em atividade durante a década de 1970. Criado pelo cantor e compositor Odair Cabeça de Poeta, também tocava às vezes em parceria com o músico Tom Zé. O repertório misturava ritmos tradicionais nordestinos, como o forró e o maxixe, com os instrumentos eletrônicos e a batida típicos dos grupos de rock, e sobretudo uma boa dose de humor nas letras.
Odair e o Capote gravaram discos como O Forró Vai Ser Doutor (1975) e Rebuliço (1979). Seus componentes incluiam o próprio Odair e o guitarrista Ronaldo Paschoa.


Embora não exista mais, o Capote ganhou a atenção dos internautas brasileiros: sua canção Feira da Fruta foi a música-tema de uma sátira de super-heróis conhecida como “Filme do Batiman” ou “Batiman Feira da Fruta”, gravada em 1981 e redescoberta e difundida pela internet desde 2003.

[ Fonte: Last.fm ]

Feira da Fruta (Odair Cabeça de Poeta e Grupo Capote)

Entrei na feira da fruta
Pra ver o que a feira da fruta tem
Tinha laranja, morango e banana
Só não tinha a jaca do meu bem

Feira da fruta é a feira mais cara
Aonde só dá pilão
Tem a feira tamanho família
Tem até a feira do melão

Feira da fruta hey!
Feira da fruta ha!
Feira da fruta hey!
Feira da fruta ha!
Feira da fruta hey!
Feira da fruta ha!


Capa do disco do Grupo Capote
Maior realização deste grupo musical: servir de trilha sonora para o “Filme do Bátima”

[ postado às 00:04:44 ] - [ comente isto ]

Segunda-feira, 31 de Março de 2008
O grande mito da superioridade em segurança nos Macs da Apple (II)

Em um recente torneio de hackers, ofereceram 3 notebooks para serem invadidos:

  • VAIO VGN-TZ37CN rodando Linux Ubuntu 7.10;

  • Fujitsu U810 rodando Windows Vista Ultimate SP1;

  • MacBook Air rodando Mac OSX 10.5.2 .

O notebook que foi invadido primeiro foi o MacBook, em apenas 2 minutos. :-)
[ Fonte: http://www.linuxworld.com/news/… ]

Como se não bastasse, também é divulgado recentemente que a Apple é mais devagar para corrigir vulnerabilidades.

What they found is that, contrary to popular belief that Apple makes more secure products, Apple lags behind in patching.
“Apple was below 20 [unpatched vulnerabilities at disclosure] consistently before 2005,” Frei said. “Since then, they are very often above. So if you have Apple and compare it to Microsoft, the number of unpatched vulnerabilities are higher at Apple.”

[ Fonte: http://computerworld.com/action/… ]

Notícias via Jeff Jones.

Os usuários de Macintoshes que coordenam publicações sobre a marca deveriam comentar estas notícias, para assim parecerem mais “neutros” e “imparciais”. Se não fizerem desta maneira, será evidente que obedecem exatamente o que Steve Jobs manda, já que ele confessa que um dos segredos de sucesso da Apple é transformar os usuários em seguidores fiéis.

Hacking Mac OS X in 2 minutes
Concepção de arte por Baboo

Quem quiser ler uma análise mais ácida e gozadora do fato, leia o que o site Baboo publicou:
[ MacOS X foi hackeado em 2 minutos em desafio ]

Leia mais: O grande mito da superioridade em segurança nos Macs da Apple, Dias de risco em Sistemas Operacionais - 2006.

[ postado às 01:03:42 ] - [ comente isto ]

Domingo, 30 de Março de 2008
Subversão Soviética da Imprensa do Mundo Livre

Certa vez alguém mandou alguns links sobre o depoimento de um ex-agente da KGB e dissidente soviético, Yuri Bezmenov [AKA Tomas Schuman], sobre o processo de inversão cultural que os soviéticos estavam aplicando ao mundo. Entre outras coisas, o ex-agente falou sobre a degradação moral implantada nos EUA pela União Soviética e também como eles matavam as próprias lideranças de esquerda após a U.R.S.S assumir o controle de qualquer país.

Pois bem, na época em que postaram os links, a entrevista estava incompleta. Recentemente, houve uma tradução feita pela ala Jovens Democratas do Partido Democrata de Belo Horizonte deste relato. Nesse conjunto de vídeos, ao que me parece, eles conseguiram reunir a entrevista completa, já que existiam apenas alguns trechos em português circulando no Youtube.

Vale lembrar que muitas das técnicas de propaganda que se pode ver nos vídeos ainda são usadas hoje pela esquerda mundial, inclusive aqui no Brasil. Em 1984, este dissidente já falava que o processo que eles estavam desenvolvendo de desinformação levaria as pessoas a não acreditarem em algo verdadeiro, mesmo que fosse apresentado à elas uma série de provas reais. Embora este depoimento foi há quase 25 anos, o vídeo é mais atual que imaginam.

Entendam uma das grandes razões do mundo marchar para um mau caminho.

Subversão Soviética da Imprensa do Mundo Livre
[
Link: http://www.youtube.com/view_play_list?p=9E779415F4B01A64 ]

[ A entrevista está dividida em nove partes. A primeira parte está abaixo. Quem se interessar deve ir para o link acima. ]



Entrevista completa (1:20, em 9 partes no YouTube) com Yuri Alexandrovitch Bezmenov (*1939 +1997), desertor da KGB e funcionário da agência Novosti. O entrevistador é o autor e comentador político G. Edward Griffin. O ano da entrevista é 1984.

Playlist que toca as 9 partes em ordem:
http://www.youtube.com/view_play_list…

Este vídeo é mantido no YouTube com a autorização de G. Edward Griffin.

Profundos agradecimentos à David Carvalho pelo trabalho de legendagem.

Leia mais: O Marxismo Cultural, A corrupção moral da sociedade pelos Marxistas (II), A corrupção moral da sociedade pelos Marxistas.

[ postado às 23:03:10 ] - [ comente isto ]

Foro de São Paulo . org - Wayback Machine

De um “instantâneo” da página do Foro de São Paulo em 14 de Fevereiro de 2003, via Wayback Machine:

“O Foro de São Paulo surgiu a partir da iniciativa de partidos de esquerda da América Latina para debater sobre a queda do socialismo nos países do Leste Europeu e suas consequências na região. Uma das propostas principais foi discutir uma alternativa popular e democrática ao neoliberalismo, que estava entrando na fase de ampla implementação mundial.

A primeira reunião se deu em São Paulo, em julho de 1990, sob o nome de Encontro de Partidos e Organizações de Esquerda da América Latina e do Caribe, e foi convocada pelo Partido dos Trabalhadores, Brasil. Conseguiu reunir 48 partidos e organizações que representavam diversas experiências e correntes políticas de todo o continente latino-americano.

O nome “Foro de São Paulo” foi firmado no Encontro seguinte, no México, e deveu-se exatamente ao fato da primeira reunião ter sido na cidade de São Paulo. Nele também surgiu a idéia de maior integração continental, através da troca de experiências, discussão das diferenças e busca de um consenso político para a região.

Até o momento, a trajetória do Foro de São Paulo mostrou que é possível trilhar novos caminhos internacionalistas. Se o objetivo principal de construção de um modelo alternativo de desenvolvimento ainda não foi atingido, os esforços nessa direção já geraram uma trama de relações onde o intercâmbio de pessoas e idéias tem se mostrado cada vez mais rico e proveitoso.

É um exemplo de diplomacia para a cidadania.”

Participantes do nono encontro [recomendo que leiam com atenção cada item aqui]
Argentina: Frente Democracia Avanzada, Partido Comunista Argentino, Partido Intransigente; Brasil: Partido dos Trabalhadores, Partido Socialista Brasileiro, Partido Comunista do Brasil, Movimento Revolucionário 8 de Outubro, Partido Popular Socialista; Colômbia: Alianza Democrática M19, ELN, FARC-EP, Partido Comunista Colombiano, Presentes por el Socialismo; Cuba: Partido Comunista; Chile: MIR, Partido Comunista de Chile; Equador: Movimiento Popular Democrático, Partido Socialista - Frente Amplio; El Salvador: FMLN; Guatemala: URNG; México: Partido de la Revolución Democrática, Partido del Trabajo; Nicarágua: FSLN; Porto Rico: Partido Independentista Puertorriqueño, Nuevo Movimiento Independentista Puertorriqueño, Frente Socialista; Panamá: Partido Revolucionário Democrático; Peru: Movimiento Revolucionario Tupac Amaru, Partido Comunista Peruano; República Dominicana: Alianza por la Democracia, Fuerza de la Revolución, Movimiento Izquierda Unida, Partido de los Trabajadores Dominicanos; Uruguai: Frente Amplio, Partido Comunista, Partido Socialista de Uruguay, Movimiento de Participación Popular, Partido Obrero Revolucionario Trotskista-Posadista; Venezuela: Partido Comunista de Venezuela

15 anos do Foro de São Paulo
O presidente socialista Luís Inácio Lula da Silva, do Brasil,
fundou e presidiu o Foro de São Paulo até 2002, mas continuou
participando dos encontros.

Leia mais: “Construindo um novo Brasil”, O “Socialismo Petista”.

[ postado às 23:03:23 ] - [ comente isto ]

Quinta-feira, 28 de Fevereiro de 2008
Museu d’O Apanhador

Tendo tempo nas férias, acabei por fazer algo que há tempos eu gostaria de ter feito. É um álbum com as artes de divulgação das festas do fanzine O Apanhador. Muitas dessas artes era eu próprio quem fazia, no entanto eu costumava sempre dar preferência ao talento mais aprimorado de pessoas mais profissionais, como o do cartunista Gabriel Renner, do Estúdio Pinel.

Eis o link do álbum:
http://picasaweb.google.com.br/marcosludwig/OApanhador

A era "O Apanhador"
Uma das “peças” produzidas na época

O Apanhador era um fanzine liberal conduzido por mim e alguns amigos da época cuja proposta era levantar um cenário underground na região do Vale do Sinos, que praticamente inexistia na época. Era com isso que eu ocupava boa parte do meu potencial produtivo na primeira metade dos meus anos 20, e é óbvio que vários dos “ideais” da época eu consegui inverter de opinião — nada melhor do que amadurecer e ter contato com a realidade.

Que este álbum fique como registro de uma época bastante divertida da minha vida e de outras várias pessoas que participaram juntas, desde freqüentadores a colaboradores. Aposto que trará boas recordações.

[ postado às 17:02:03 ] - [ comente isto ]

Fotos de Aruba!

Quem ainda não viu é porque não é meu amigo, pois eu avisei muita gente por e-mail. :-)

Mas como eu havia prometido, eu finalmente posto aqui os links para os álbuns de fotos que selecionei da minha viagem à Aruba, ocorrida no último carnaval.

Tem dois álbuns: um com a minha câmera e outro com fotos tiradas pelos meus colegas.
Minha câmera:
http://picasaweb.google.com.br/marcosludwig/Aruba2008
Outras câmeras:
http://picasaweb.google.com.br/marcosludwig/Aruba2008OutrasMQuinas

Píer em Palm Beach
Píer em Palm Beach por marcosludwig, no Flickr

Aproveitando a minha “febre” pessoal por fotografia (é minha primeira máquina digital), fiz uma conta no Flickr onde irei alimentando somente as melhores fotos que tirei (ou que foram tiradas de mim), e com o devido tratamento digital por software. A foto acima é uma amostra. O meu Flickr fica aqui: http://www.flickr.com/photos/marcosludwig

[ postado às 17:02:37 ] - [ comente isto ]

“Ligeiramente Grávidos” em DVD (locação)

Conforme eu havia lido recentemente, Knocked Up (“Ligeiramente grávidos”, 2007), já está disponível para locação em DVD. Segunda-feira passei por mais de um lugar em Novo Hamburgo e pude constatar que os pôsteres já anunciam a película nas locadoras de lá.

Poster de "Knocked Up"
Uma das inúmeras versões do pôster de “Ligeiramente Grávidos”

É a melhor comédia que vi no cinema no ano passado. É do mesmo diretor do ótimo O Virgem de 40 anos, Judd Apatow. E traz no papel principal o ator canadense Seth Rogen, que elegi como sendo o cara mais engraçado da atualidade.

Assim como o recém-lançado Juno, “Ligeiramente Grávidos” também é uma comédia que aborda a gravidez indesejada, e por isso vou aproveitar para fazer a comparação: tem personagens bem mais verossímeis, trata do assunto com maior sensibilidade e é mil vezes mais engraçado do que Juno (cuja melhor piada foi aquela do Sonic Youth).

É lógico que os entendidos não vão concordar comigo, mas certamente eles vão achar bem engraçados vários dos diálogos de Ben Stone com seus amigos, minados por referências cinematográficas populares.

Filme: Knocked Up (2007)
Direção e Roteiro: Judd Apatow (”The 40 Year Old Virgin“)
Com: Seth Rogen, Katherine Heigl, Paul Rudd, Leslie Mann e Jonah Hill.
Disponível para locação.


[ postado às 17:02:56 ] - [ comente isto ]

Quinta-feira, 31 de Janeiro de 2008
Até logo mais…

Estarei de volta na semana após a do carnaval. Prometo que irei publicar fotos, e que vou aproveitar as minhas férias até março para postar mais por aqui.

Palm Beach
Praia de Palm Beach - Aruba
[defronte ao meu hotel]

Saudações caribenhas aos meus seletos leitores. :-)

Posts relacionados: Feliz 2008!

[ postado às 00:01:40 ] - [ comente isto ]


rei nada ::: um weblog editado por Marcos Ludwig.

[ a cópia do conteúdo apresentado é permitida. a citação da fonte é arbitrária, embora seja considerada um ato ético e de boa educação. ;-) ]

Powered by WordPress


"Os amigos se dizem sinceros; os inimigos o são." (Schopenhauer)